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Kemi não se importava com um ideal moral... ela só matava para vencer.
Mestre[1]
Ainda bem que eu sou paranoica!
Kemi[2]
Kemi é uma das protagonistas da série Ordem Paranormal, presente em Hexatombe.
Kemi é uma mercenária, matando pessoas por dinheiro. Ela teve sua primeira aparição no final da 3ª parte de Natal Macabro, sendo mostrada apenas sua silhueta, junto dos outros assassinos. Ela teve sua aparência revelada no primeiro episódio de Hexatombe, em que aparece em seu apartamento, procurando respostas para sua perda de memória recente.
Em Hexatombe, Kemi é uma das integrantes da equipe dos Mascarados, usando como base a Mansão Abandonada.
Aparência[]
Kemi é uma mulher negra, de 1,60m de altura, com dreads loiros quase brancos e bem cuidados. Tem um piercing no septo e usa roupas leves, com um top branco, uma calça larga e um casaco amarrado em sua cintura, além de bandagens ao longo de seu corpo. Ela tem como arma principal um rifle de caça do elemento de Morte.
Kemi é vista no fim de Natal Macabro e em certas ocasiões com faixas cobrindo o corpo e rosto inteiros, apenas com seus olhos á mostra.
Personalidade[]
Kemi é uma mulher paranoica e expressiva. Sua casa é repleta de diversas armadilhas implantadas e tem o costume de trocar de telefones várias vezes. Kemi expressa sua paranoia e pensamentos acelerados verbalmente, falando sozinha ou repetindo o que está pensando diversas vezes pra outras pessoas. Por conta de seus pensamentos acelerados, Kemi gosta de resolver as coisas rapidamente, buscando a resposta constantemente e não conseguindo se acalmar enquanto não concluir algum pensamento.
Biografia[]
Passado[]
Kemi tinha contato com Jae por telefone, e por ele é visto que Kemi fazia parte da equipe de Jae, planejando um ritual de Sangue. Se entende que Kemi se juntou de alguma forma à equipe quando foi ordenada a matar Dalmo.
Hexatombe[]
Episódio 1: "Receptáculo"[]
Na imensidão vermelha, um eco abafado é o primeiro som que a traz de volta à consciência. Um ruído distante que cresce até se tornar nítido. Ela desperta em um apartamento velho e pequeno, com bandagens jogadas e penduradas por todos os lados. Sem memórias de quem é, começa a olhar o ambiente em busca de respostas. Vasculha o banheiro, não acha nada, depois abre um baú repleto de bandagens e as guarda. Sob a cama encontra um par de binóculos militares com lentes avermelhadas, que também leva. Continua buscando e descobre um quadro coberto por fios e anotações, uma lista de alvos conectados a lugares e nomes. Cinco deles já riscados, mortos, restando apenas um homem. Ela deduz que aquele era seu próximo alvo, mas percebe que a data da execução já havia passado. Na bancada, encontra um rastreador e o guarda no bolso.
Enquanto investiga o restante do apartamento, abre a porta da dispensa e escuta um clique seco. Rapidamente desvia enquanto diversas facas caem do teto. Sai quase ilesa, com apenas um corte, do qual sai sangue. As gotas de sangue se movem por conta própria, caminhando até a porta de saída, como se indicassem um caminho. Antes que possa compreender, alguém começa a esmurrar a porta do apartamento. O som das batidas ecoa pelo cômodo. Ela se esconde atrás da porta do banheiro enquanto um homem a ameaça do lado de fora. O invasor arromba a porta e começa a vasculhar cada canto. Entra na dispensa, confuso com as facas espalhadas. Enquanto ele se distrai, ela tenta escapar. No entanto, algo na máquina de lavar chama a atenção do homem, que abre a porta da máquina e outra armadilha ativa, uma enxurrada de lâminas o atinge. Ela pega uma das facas cravadas no corpo do invasor e o golpeia repetidas vezes até que, com o corpo ainda quente no chão, ela o degola, pega sua pistola de pregos, um celular flip e um panfleto amassado do show Psikolera. Ao checar os telefones, ambos estão vazios, sem contatos. Um som agudo ecoa do rastreador que havia pego antes. A tela pisca, indicando uma localização. Ela decide seguir o sinal.
A trilha leva até um portão de um galpão abandonado. Lá, vê quatro pessoas reunidas, entre elas, o homem que reconhece do quadro de alvos, Dalmo. Ela se aproxima sem hostilidade, mas subitamente sente o coração disparar, o corpo tremer, os músculos pulsarem em sincronia com os deles. O grupo inteiro sente a mesma reação. Tentam compreender o que está acontecendo, e ela compartilha tudo o que sabe. Ao olhar o celular de Jae, vê a letra K em seu contato e se lembra de seu nome, Kemi. Com a pistola de pregos, ela atira ardilosamente no cadeado e destranca o portão. O grupo entra.
O galpão está tomado por uma névoa espessa. No centro, um grande símbolo desenhado no chão sustenta cinco estruturas semelhantes a caixões, idênticas às que ela viu na imensidão vermelha de onde despertou. Kemi se aproxima, sente a mesma vibração do sangue, e percebe que há vida dentro dos caixões. Jae encontra armas e a chama. Ela reconhece o próprio rifle e se arma. Labirinto, tenta interagir com o símbolo e acaba ativando algo. Um dos caixões se abre, liberando uma criatura distorcida, feita de carne viva e gritos. O monstro ataca Labirinto, e o grupo inteiro parte para o combate. Kemi se posiciona e dispara, atingindo a criatura em cheio, deformando seu corpo, mas sem matá-la. Ela ajoelha, se concentra, mira novamente e dispara mais uma vez, mas desta vez erra. O monstro continua de pé, até que Dalmo o finaliza.
O som da luta se dissolve no ar pesado do galpão. Duas pessoas entram pela porta principal. Uma delas é Agatha, que observa os caixões abertos e o sangue espalhado pelo chão. Fala algumas coisas e revela que um deles havia acabado de se matar. O corpo que estava dentro do caixão aberto, o mesmo que Labirinto escolheu, seria o corpo de Kemi?
Episódio 2: "Portal"[]
Agatha se aproxima do grupo, revelando que eles não são os assassinos, mas sim agentes da Ordo Realitas que passaram por um Ritual de troca de corpos. Os donos originais dos corpos planejavam um ritual para matar seis pessoas, mas foram capturados. Ela explica que a perda de memória é um efeito colateral normal e que um evento importante, o "Dia da Lua de Sangue", ocorrerá em 7 dias, com a data tendo se tornado um "potencializador paranormal" por todo o misticismo envolvendo a Lua de Sangue na história. Agatha introduz o "Hexatombe", um ritual que exigirá um sacrifício por dia a partir do dia seguinte e concederá um desejo aos seus "vencedores", e explica que o objetivo do grupo, como agentes da Ordem, é se infiltrar na vida dos assassinos para descobrir mais sobre ele e os sacrifícios, que são desconhecidos pela organização.
Agatha também confirma para o grupo que a mestra de Aguiar, Lucina, está morta, e direciona os cinco a um informante da Ordem em um bar na Rua Henrique L., 9287. Jae questiona sobre qual dos cinco havia morrido e Agatha afirma que eles preferem não saber da resposta.
Agatha indica que haviam mais coisas na caixa do galpão além das armas dos assassinos. O grupo se aproxima do caixote e pega as respectivas vestimentas e acessórios dos donos originais dos corpos. Antes de saírem do galpão, então, eles são advertidos por Agatha a não usarem os pertences por agora, por estarem impregnados com as "intenções macabras" dos assassinos.
Assim, o grupo sai do galpão. Aaron fecha a porta e entra na van da Ordem, saindo do local em seguida. Os agentes entram no ônibus de Dalmo. Após isso, eles partem para o local indicado.
Após alguns minutos, o grupo chega ao bar apontado e percebe seu nome: "Suvaco Seco". Adentrando o lugar, eles notam vários caixotes empilhados, uma pilha de cadeiras de plástico, algumas máquinas de fliperama e um ambiente bastante vazio, a não ser por um homem bebendo sozinho e uma senhora de aproximadamente 60 anos de idade fumando atrás do balcão do estabelecimento.
Aguiar conta pro grupo que se lembrou de algo estranho. Ele se recorda de, como uma lembrança infantil, a Ordem ter falhado com ele anteriormente, se tratando de algo envolvendo o paranormal. O grupo se aproxima do balcão e pede para a bartender algumas bebidas e ficam conversando um pouco enquanto esperam pela chegada do tal informante. Pouco depois, Jeremias, o homem que Aguiar e Labirinto viram na delegacia, entra e sai do bar. Percebendo que se tratava do informante, o grupo decide segui-lo. No trajeto, Kemi nota, no estacionamento do bar, uma van com a inscrição "Chico Eletrônicos" em sua lateral, mas não dá tanta atenção para o veículo.
Jeremias os guia até um beco e explica para os agentes sobre os "Transtornados", um grupo de viciados no paranormal que ocupam lugares abandonados e lá enfraquecem a Membrana. Jae conecta essa informação ao pôster do show da banda PSIKOLERA no "The Monica Club" que Dalmo e Kemi haviam encontrado antes. Ela pesquisa e descobre que o clube é um local abandonado que havia sido construído pela Construtora Opspor e que o antigo vocalista da banda foi encontrado morto. Kemi lembra que o homem que ela matou possuía o pôster, levando o grupo a teorizar que ele era um Transtornado e decidir se infiltrar no show. Se despedindo de Jeremias, os cinco partem de volta para o ônibus.
No trajeto, os agentes discutem um pouco e Kemi explicita a maneira como eles estavam desorganizados, porpondo que Labirinto liderasse-os. O mesmo, não dando tanta atenção, começa a desenhar o símbolo de um de seus Rituais, o Ritual de Labirinto Mental.
Depois de quase uma hora de viagem, eles estacionam no local que seria a boate e veem várias pessoas estranhas, sentindo um clima claramente hostil no ar. Eles descem do ônibus e entram num beco, enxergando várias pessoas fazendo fila até uma porta metálica, com um grande homem segurando um cutelo em uma das mãos e recolhendo ingressos de entrada.
Um vendedor de paçocas na fila, o mesmo que havia vendido para Dalmo mais cedo, se aproxima e oferece paçoquinhas e também uma aparente droga chamada "Rubra", indicando seu contato, "Estevan", que estaria vendendo lá dentro.
O grupo se aproxima do homem musculoso na entrada e, após algumas tentativas falhas de enganar o segurança, Kemi mostra a pistola de pregos do homem que matou; o segurança pergunta por "Carrara", e Kemi blefa, conseguindo acesso para o grupo.
Entrando na boate, eles se deparam com um ambiente extremamente violento. Há muitas pessoas dançando na pista e há algumas mais quietas ao canto. Mais à esquerda, tem um bar com uma bartender intimidadora. No lado oposto, se percebe muita gente tentando entrar num dos banheiros, se empurrando constantemente. O palco principal está vazio e, ao lado do palco, tem uma porta de "acesso restrito". Jae se aproxima e é questionada por um homem da boate perguntando se ela queria falar com o "Giovanni", dizendo que o segurança da porta foi no banheiro. Jae tenta arrombar a porta com um dos utensílios de seu estojo de maquiagem, mas falha. O grupo, com a nova informação, se separa. Aguiar e Dalmo vão para o banheiro e Labirinto e Jae vão para o bar, enquanto Kemi tenta falar com um homem cheio de pregos na cabeça e busto, que quer muito um pouco de Rubra.
Os outros membros do grupo encontram o segurança, que havia engolido a chave da porta que eles queriam abrir. Para fazê-lo vomitar, eles vão precisar de uma bebida avermelhada misturada com Rubra. Jae obtém uma Blood Mary no bar. Aguiar fala para Jae e Labirinto sobre o plano de conseguir Rubra e o grupo se lembra sobre Estevan, o contato do vendedor de paçoca. Jae, então, sobe no palco para chamar o traficante, mas acaba sendo vaiado pela plateia e resolve fazer um malabarismo com sua faca para impressioná-los. A multidão gosta muito e grita em aprovação. Jae localiza Estevan e obtém um pouco de Rubra com ele.
O grupo que havia se separado se reencontra no banheiro e eles entregam a bebida com Rubra pra Tarrafa, que vomita quase que imediatamente vários objetos diferentes, incluindo a chave que buscavam. Kemi pega a chave do chão e o grupo segue até a porta de acesso restrito. Kemi a destranca e eles entram, se deparando com um corredor que leva até uma outra porta com a mesma inscrição. Eles seguem e abrem a porta de uma sala que parece misturar um escritório e um depósito. Ao redor de vários equipamentos de som, caixas e ferramentas jogados por todos os cantos, há uma mesa de reunião. Do outro lado da mesa, um homem meio esguio parece esperar o grupo, este sendo Giovanni. Ele tem um sorriso sádico e vazio. Ao redor de sua cabeça, há uma gaiola metálica.
Ele fala que estava esperando por eles e diz que vai explicar as coisas antes do "Tributo" deles começar. Ele explica sobre o Hexatombe, com os sacrifícios de seis pessoas a partir do dia seguinte. Ele explicita que os sacríficios já foram escolhidos e estavam só esperando, estigmados. Giovanni prossegue dizendo que, no último dia do ritual, no último sacrifício, só seis pessoas, incluindo o próprio sacrificado, podem estar presentes. O homem afirma que, de todos que vão participar do Hexatombe, apenas seis vão chegar até o final. Cada sacrifício vai ser protegido por um grupo de cinco pessoas, que vão tentar sobreviver até o final, formando um grupo de seis pessoas. Cada grupo vai sair na caça uns dos outros diariamente e, no dia final, somente uma equipe e um sacrifício vai restar perante a Lua de Sangue, aqueles que vão ter seu desejo realizado, aqueles que vão presenciar a Coroa de Espinhos, aqueles escolhidos pelo Hexatombe. Giovanni explica que eles, naturalmente, são inimigos, porque eles são de equipes diferentes, mas que tem informações de quatro das seis equipes que vão participar do ritual. Ele propõe um acordo, que a equipe dele não atacaria a equipe do grupo, e vice-versa. O grupo concorda com a proposta e pergunta algumas coisas.
Giovanni prossegue falando que inúmeros grupos ao redor do mundo inteiro estão fazendo seus Tributos, mas que nem todos iriam conseguir entrar, que somente os mais dignos seriam aceitos para participar do Hexatombe. Ele diz que o que eles prepararam seria suficiente. Alguns membros do grupo percebem um retrato de um garoto de, aproximadamente, quatorze anos de idade com um uniforme escolar, que, estranhamente, se parece muito com Agatha. Logo após, eles retornam pra área central e percebem que tudo está extremamente silencioso. As músicas pararam e as luzes diminuíram. O que antes era uma gritaria generalizada se transformou num silêncio de antecipação. A banda iria entrar a qualquer momento. Eles escutam sussurros e risadas da multidão e, finalmente, o grupo começa a escutar alguns instrumentos. As luzes ainda estão baixas, mas as silhuetas de algumas pessoas adentrando o palco já energizam a multidão, que forma um mosh pit no centro da boate. A bateria entra junto com o baixo e a guitarra, num crescente, a tensão aumenta mais. Todos estão armados, os olhos arregalados, as veias saltadas. Isso não é normal. O grupo sente um calafrio. Eles não vão presenciar uma performance. Isso não é um show. Vai acontecer um massacre.
Luzes vermelhas se acendem, revelando o palco, com o PSIKOLERA performando. Todos na balada começam a se atacar brutalmente. O grupo agora tenta sobreviver em meio ao mosh pit. Kemi e Jae matam vários agressores; Aguiar é gravemente ferido, mas Dalmo o protege, matando muitos atacantes; Labirinto usa o Ritual do seu cajado para criar um escudo humano. O grupo elimina quase todos, e o último é morto por um tiro vindo do palco.
É hora de acabar com esse show.
O pessoal da banda começa a comemorar. Os agentes batem palmas.
O evento que eles acabaram de experienciar traumatizaria até mesmo agentes experientes, mas alguma coisa sobre o que havia acabado de acontecer fez os agentes sentirem que o dever foi cumprido. O sangue das vítimas do massacre começa a escorrer em união. O grupo começa a enxergar o sangue de todos ao redor deles subir pra cima, flutuando, contra a gravidade, até o teto. Os corpos, que antes se arrastavam de dor e agonia, agora parecem ainda mais vermelhos, como se a carne deles estivesse lentamente sendo exposta e derretando. Seus membros e entranhas começam a se agarrar uns aos outros e se mesclar, formando um amállgama de carne. No teto, um grande símbolo circular começa a ser revelado com o vermelho do sangue, contendo seis círculos menores ao redor de uma cruz invertida com duas linhas horizontais. Dentro de cada círculo menor, uma marca irregular diferente, que lembram fendas ou cortes. Enquanto isso, os corpos embaixo já não são mais reconhecíveis. Todos eles se arrastam até um ponto específico logo embaixo do grande símbolo que está sendo desenhado no teto. O som é nojento e agonizante. São gritos e gemidos de dor, que parece uma vibração sonora constante.
E, finalmente, o símbolo termina de ser formado com o sangue. O grupo escuta um som ensurdecedor ecoando por todo o ambiente, reverberando para dentro deles. Um som tão poderoso que enfraquece suas pernas. A visão deles se distorce por um momento, como se o mundo fosse formado de pequenos rabiscos vermelhos violentos. Algo que poderia ser descrito como infinitas vozes gritando em sofrimento, acompanhadas da batida de um sino. E, com esse som, o amontoado de corpos se abre violentamente, formando um círculo no chão.
Mas, no centro, algo impossível aparece.
Em vez de conseguirem enxergar o chão que era para estar ali embaixo, o grupo vê uma enorme boca formada de dentes, uma biomassa vermelha asquerosa, com os corpos dos mortos sendo consumidos.
Eles conseguiram. Eles abriram o portal.
Imediatamente, o vocalista do PSIKOLERA salta do palco de costas rumo ao centro da aberração sanguinolenta no chão. Todos os membros, bocas e dentes que formam aquilo começam a rasgá-lo e desmembrá-lo, partindo ele em incontáveis pedaços. Os outros membros da banda, vendo o que acontece, se jogam no portal e têm o mesmo destino do vocalista.
Giovanni chega no lugar, atrás do grupo, e diz que um dos membros de seu grupo "deu pra trás", mas que eles encontraram um substituto. Da porta da boate, aparece Mosto, o homem com o saco na cabeça, carregando Cleo, a policial colega de Aguiar, que se debate e tenta, sem sucesso, lutar contra. Ela é arremessada no portal e, logo em seguida, Giovanni se joga, seguido por Mosto e Tarrafa. Após isso, Jae se joga, seguida por Kemi. Depois, o restante do grupo se joga também, todos sendo devorados pela bocarra sanguínea.
Após abrirem os olhos, eles se encontram num ambiente diferente, quente e árido. O chão, tomado de terra e areia batida, com tufos de mata branca e plantas secas, se espalhando até onde a vista alcança. O sol do amanhecer ilumina o rosto deles. Os cinco se encontram ao redor de um mesmo símbolo, um dos seis estigmas do sacríficio.
Episódio 3: "Um Novo Começo"[]
Os assassinos, após pularem no portal, despertam em um lugar deserto, marcado com um dos seis Estigmas do Sacrifício. Eles veem pegadas de sangue surgindo do estigma, formando um caminho para um lugar. O sol do amanhecer ilumina seus rostos. É um novo começo. O primeiro dia de Hexatombe.
Analisando seus corpos e percebendo que alguns deles estavam com suas roupas de assassino, o grupo também observa uma casa quase destruída, um conjunto de pedras e um antigo cemitério. Eles também discutem sobre seus objetivos como agentes da Ordem, como lutar por aqueles que não sabem da existência do paranormal, sobreviver por si mesmo e domar seus medos. Logo, eles escutam sons de passos de animais selvagens, percebendo que não há muito tempo para ficar conversando e que eles devem procurar algum lugar para se proteger. Mas primeiro, eles se aproximam do cemitério, percebendo um total de 28 lápides sem nome, mas com diversas datas, boa parte delas marcada com o ano de morte sendo 1966. Kemi, analisando o ambiente, imagina que o grupo, ao entrar no portal do Hexatombe, não foi teleportado para outra dimensão, e sim para uma área da caatinga do Nordeste. Após uma breve conversa sobre, o grupo começa a seguir as pegadas de sangue do estigma, indo em direção à casa próxima.
Ao chegarem na frente da casa, com o dia mais clareado, eles percebem as pegadas mudando de direção, com Kemi analisando e vendo que o sangue estava fresco, como se a pessoa que tivesse deixado as pegadas estivesse andando ainda por aí. Com Jae na retaguarda, Labirinto puxa vários arames farpados, traçando um labirinto, fazendo seus olhos ficarem vermelhos, derramando algumas gotas de sangue formando o símbolo de um ritual onde ele consegue perceber diversos seres em um raio de um quilômetro. Com o ritual feito, ele percebe diversos animais na área, mas nada perto de um animal silvestre. Mesmo assim, pressentindo qualquer perigo, o grupo entra no casarão, vendo diversos móveis arrastados e jogados, várias mensagens marcadas na parede, como "VOLTE", "PRECISAMOS DE VOCÊ", "SERAFIM VERMELHO, VOLTE", "REALIZE MAIS UM MILAGRE", diversos quadros e cartazes por toda parte do cômodo principal, além de uma iconografia completamente religiosa, com uma pessoa encapuzada replicando um símbolo com as mãos, o que Labirinto reconhece como a Marca do Sangue, que lembra ele que não é incomum ocultistas usarem a ignorância do paranormal para manipular pequenos vilarejos como se fossem deuses.
Aguiar, Labirinto e Kemi sobem uma escada, encontrando diversas lamparinas e muito óleo dentro de um galão, além de água potável dentro de uma caixa. Jae percebe diversas escrituras na parede ao lado da porta, descobrindo a lista de regras do Hexatombe. Os dois do andar de baixo percebem a última regra sendo manchada no final e percebem que caso percam o sacrifício do grupo ou abandonem a Coroa de Espinhos, eles viram desertores. O grupo se reúne para ver as regras e além disso, também encontra diversas ferramentas e recursos, já tendo o pensamento de usar aquela casa como uma base. Eles também discutem sobre se dividir em procurar recursos, procurar o sacrifício do grupo e vigiar a base. Enquanto Kemi usa seu binóculo para vigiar os arredores e Jae marca o lugar com vários Xs, Aguiar sai para cheirar o sangue das pegadas, tentando sentir para onde foi a pessoa, mas sem muito sucesso.
Jae e Aguiar saem para seguir as pegadas, enquanto Dalmo, Kemi e Labirinto ficam para reformar a casa. Os três ficam conversando enquanto fazem as devidas reformas. Mas ao mesmo tempo, os três sentem a mesma coisa: de alguma forma, eles estão sendo observados. Ao tentar ver algo nos arredores, Kemi olha em uma das janelas e vê a silhueta de uma pessoa, que percebe que foi vista e foge. Os três se juntam e saem para procurar nos arredores, com Dalmo indo na frente. Mas o que ele encontra são pássaros voando para o longe e várias penas espalhadas no chão. Os três discutem um pouco sobre e voltam para terminar as reformas.
Eles terminam a reforma e começam a discutir sobre o que fazer depois, como caçar recursos. Labirinto sai um pouco e começa a sentir o vento uivando, percebendo algo se movendo de longe, mas se movendo de maneira completamente rápida. Ele ouve um tiro à distância, vendo uma silhueta no topo de um morro, segurando uma arma e uma lamparina vermelha acesa na cintura. A silhueta de antes, uma criatura enorme, vai em direção à silhueta da pessoa, e os dois somem na distância, enquanto Labirinto volta para contar o que viu para Dalmo e Kemi, um pouco assustado com o que tinha acabado de presenciar. Ele decide fazer novamente seu ritual de sangue para sentir os arredores, enquanto Kemi usa seus binóculos para observar o vilarejo.
Eles ouvem uma voz desconhecida falando sobre "matar ela", chamando a atenção dos três assassinos. Aguiar e Jae voltam à casa com Henri, o sacrifício do grupo. Aguiar vai para o andar de cima contar o que aconteceu para Kemi e Labirinto.
A noite cai. O grupo se reúne e começa a arrumar camas para poderem dormir, enquanto analisam o corpo de Henri, com tatuagens no corpo, um dos olhos arrancados e o outro esbranquiçado, como se ele fosse cego, e uma das mãos faltantes; e enquanto discutem sobre o que Jae, Aguiar e Henri viram no vilarejo e o que Dalmo, Kemi e Labirinto viram nos arredores da casa. Henri também fala sobre o que foi conversado com Giovanni e tenta sugerir algumas ideias do que fazer durante o jogo. No meio de muita discussão, a barriga de todos começa a roncar. Eles precisam tomar água e comer algo, sentindo que se não fizerem isso, podem morrer.
E então, Jae, Aguiar e Henri percebem algo. Vindo do leste, uma enorme quantidade de pássaros passa voando, e de repente, o grupo toma um susto com o som estridente de um sino. Um sacrifício foi realizado. Algo cresce dentro deles. Um sentimento primal, uma fome mais racionalizada. Um instinto moldado em uma forma direcionada. Todos são preenchidos pela intenção do estigma da Coroa de Espinhos. Farta-te em um banquete superior à tua fome e sorva insaciável além da tua sede. Eles sentem a mesma coisa: comer e beber 3 vezes no mesmo dia pode recompensá-los. O grupo então discute sobre quem irá comer e beber com a quantidade que eles têm, tentando dar prioridade a Henri como o sacrifício do grupo. Com exceção de Aguiar, todos bebem, e com exceção de Labirinto, todos comem, assim como também Kemi tenta beber de seu próprio sangue.
Depois, Labirinto começa a desenhar um plano de formações da equipe, uma na forma de uma adaga, outra na forma de uma picareta e outra na forma de um olho de um labirinto, com Henri no centro de cada formação sendo protegido. Eles discutem sobre o que Henri tem para se proteger, com ele sentindo mais uma vez o estigma meio que sugando um pouco dele. Labirinto tenta analisar o estigma, sentindo algo paranormal muito poderoso, como se o estigma fosse um parasita que estivesse absorvendo algo de Henri.
E então, o grupo é interrompido por um grito ensurdecedor de longe. Kemi pega seu binóculo e seu rifle e ao mirar, enxerga uma pessoa, de cabelo crespo, com uma mochila, correndo e sangrando. Dalmo, Aguiar, Labirinto e Jae descem para encontrar a pessoa, enquanto Kemi, indecisa, puxa o gatilho e atira na pessoa, atingindo sua costela e a arremessando para o lado, ficando completamente imóvel. Os seis saem da casa e esperam Labirinto conjurar seu ritual antes de irem em direção ao corpo. Sentindo apenas o corpo imóvel vivo da pessoa e alguns animais, o grupo se divide, com Dalmo e Jae se deslocando até o corpo. Henri grita para os companheiros de equipe procurarem algo de útil no jovem antes de matá-lo, depois pedindo para trazerem o jovem até ele "para ele poder matar também". Eles escutam os grunhidos da pessoa, ainda resistindo a morte, e quando Jae pega a mochila dessa pessoa, ela desmaia. Jae revista a mochila e encontra diversos mapas, com destaque para um que mostra toda a região do Hexatombe. A pessoa se assusta e tenta se debater, sendo levada por Dalmo até a mansão e jogada no chão. Ela tenta se rastejar, mas é arrastada por Dalmo e Aguiar. Ele tampa seus ouvidos, assustado, enquanto o grupo tenta decidir o que fazer com ele. Henri se aproxima e pergunta o que aconteceu, descobrindo que a pessoa é o Pomba, e que sua família, os Pássaros, foram comidos pelos Vampiros.
Episódio 4: "Máscara"[]
Os assassinos levam o jovem até a sua base e Henri começa a fazer perguntas para ele, ao mesmo tempo que tenta acalmá-lo. Depois de muita discussão, ele conta sua perspectiva sobre o momento em que sua família foi atacada pelos Vampiros. Kemi e Jae discutem sobre a prioridade de sobrevivência do grupo. Henri ouve Dalmo e Labirinto mencionando a Ordem, o que chama a sua atenção. Ele questiona qual é a ligação dos assassinos com a organização e diz que conhece a ordem faz tempo, mencionando o nome Veríssimo. A menção desse nome perturba Labirinto. Depois de uma intensa discussão, o grupo se divide para ir dormir.
O segundo dia do Hexatombe chega. Kemi dá um "bom dia" alto que acorda seus companheiros de equipe. O grupo se reúne. Pomba explica como sua equipe entrou no Hexatombe, fala um pouco sobre a área onde o evento está se passando, chamando-a de Coroa de Espinhos, e fala um pouco sobre a localização de cada equipe. A equipe decide se dividir, com Kemi e Dalmo indo até o ferro-velho, passando pelo mercado central.
Os dois começam a caminhar pela mata, com Dalmo tropeçando e caindo em um buraco. Eles chegam a uma cidade abandonada e encontram recursos, posteriormente achando a base dos Transtornados. Enquanto eles discutem o que fariam com o desejo concedido pela Coroa de Espinhos, eles são recepcionados por Giovanni, que os convida para entrar. Ele sugere não deixar Dalmo entrar, mas não adianta, pois o assassino é visto por Mosto, que se descontrola por reconhecer Dalmo como aquele que o desfigurou durante uma luta, porém termina obedecendo a ordem de Giovanni de ficar quieto. A dupla entra na base e conhece Nando, o sacrifício dos Transtornados, alguém que Giovanni esperava não aparecer e ficasse escondido. Nando provoca a dupla e revela informações que o líder dos Transtornados queria que não fossem reveladas. Os assassinos trocam seus recursos com Giovanni em troca de informações sobre os Couraças e a PSIKOLERA, recebendo também informações sobre os Vampiros como "amostra grátis". Kemi e Dalmo se despedem dos Transtornados e decidem ir até o circo para se encontrar com a banda.
Após uma grande caminhada no deserto, eles chegam em um grande toldo, com o circo no horizonte. Eles veem o letreiro colorido do circo pichado com o logotipo do PSIKOLERA, e dentro, eles veem os membros do grupo andando, que são atraídos quando Kemi grita por Cindy. Franco, sem a máscara, os recepciona e chama Eloy para conversar junto, falando sobre como eles são bem diferentes do que aparentavam. Em troca de algumas informações, Eloy sugere que os dois joguem alguns dos jogos espalhados pela área do circo. Kemi vai muito bem no jogo dos dardos e Dalmo destrói o medidor de força. Como parte do terceiro jogo, Kemi entra em uma tenda, encontrando Alê, que vai ler a mão da assassina. Kemi o elogia e ele abre um leve sorriso antes de estender suas mãos para ler a mão de Kemi. E então, ela fala palavras relacionados com Kemi: Mercenária... ambição... solitária... vingança... ganância... dinheiro... trauma.
E assim que ele fala "trauma", Kemi se vê mais uma vez na imensidão do fluxo do Outro Lado. Ela é apenas alguém, mas as vozes não param de sussurrar verdades. Habitar um corpo que não te pertence tem consequências. Ela escuta o som do vento batendo. O som das vozes e dos carros na distância embaixo. Ela está no telhado de um prédio, pronta para abater o próximo alvo. Só mais um saco de dinheiro. Ela aperta o gatilho. O corpo cai. Pessoas correm para todos os lados. O desespero. O corpo continua caindo... e caindo... e de quem é a culpa? É dela? É dele? Ela tira o olho da mira, e atrás dela, uma porta aberta. Uma criança parada a observa, perguntando "Mamãe?". O corpo continua caindo, enquanto Kemi sai do transe, gritando por sua filha. Ela é consolada por Dalmo, enquanto se questiona se ela matou a própria filha. Eloy leva a dupla até a tenda principal, onde eles conhecem Caíto Rocha, o sacrifício da PSIKOLERA. A dupla pega brindes da banda e os avisa para tomar cuidado com os Vampiros. Eles se despedem e vão embora.
Um tempo depois, eles chegam à mansão, se encontrando com Labirinto, Jae e Pomba. A dupla explica aos colegas de equipe tudo o que aconteceu com eles, recebendo informações sobre o plano dos colegas de auxiliar um homem que os visitou na caça de uma criatura. O tempo vai se passando e Aguiar e Henri ainda não voltaram do acampamento dos Pássaros.
Os dois chegam na mansão, com os outros cinco percebendo Aguiar banhado em sangue e inferindo que ele tenha usado a máscara. Eles falam sobre o que aconteceu, descobrindo que os dois lutaram com um vampiro e conheceram os Couraças. Jae usa seu binóculo para olhar as colinas, vendo um lampião aceso, mas acima de tudo, uma enorme silhueta vindo na direção da mansão: Mosto, com ódio, que grita por Dalmo. E então, os céus ficam vermelhos, com um enorme sino badalando. Chegou a hora do acerto de contas de Mosto e Dalmo.
Episódio 5: "Encontro"[]
Dalmo desce para encarar seu rival. Pouco tempo depois, chega Giovanni e Nando, o sacrifício dos Transtornados. O líder tenta obrigar Mosto a recuar, enquanto o sacrifício incentiva a luta e tenta entrar na mansão, sendo impedido e ameaçado por Henri. Os assassinos tentam sugerir para Dalmo atrair Mosto até o local onde Cristino estava, mas isso não dá certo pois Nando interfere e chama Dalmo de covarde, fazendo com que ele retorne para o confronto e vista o seu capacete, se tornando o Colosso. Sem tempo para um plano mais elaborado, Labirinto e Jae partem para encontrar Cristino.
O Colosso e Mosto começam a trocar golpes pesados, com o assassino sendo apoiado e recebendo sugestões de seus companheiros que permaneceram no segundo andar da mansão. Por estarem distraídos com a luta, nenhum deles observa que Nando desapareceu. Eles ouvem sons de passos de alguém dentro da mansão subindo para o segundo andar. Nando, armado com uma pistola, atira no sacrifício dos Mascarados, tentando realizar o sacrifício da noite para garantir a sua segurança. Henri, furioso, ativa sua armadura de sangue e parte para cima do inimigo, dilacerando o seu braço com sua faca. Nando tenta recuperar a pistola que deixou cair, mas Kemi é mais rápida e pega a arma, em seguida a encostando na cabeça do sacrifício dos Transtornados. Ele tenta dizer que aquilo era apenas para testar se eles realmente estavam juntos, mas Kemi não cai no discurso e puxa o gatilho, realizando o segundo sacrifício do Hexatombe. E então, o sino toca. O céu fica vermelho. A intenção cresce em todos. O sangue pulsa. Abata incólume o indigno que ousaria te flagelar. Kemi sente a intenção preenchendo e recompensando ela após a morte de Nando, com os gritos de Giovanni ao fundo, ajoelhado por ter se tornado um desertor, em seguida começando a derreter e se transformando em um amontoado de carne.
Os três descem para ajudar Dalmo, que havia acabado de esmagar a cabeça de Mosto com seus pés. Henri sugere queimar todos os corpos para que não se tornem Zumbis de Sangue e a equipe começa a fazer as preparações para criar uma fogueira. O grupo retorna para descansar e se alimentar, mas Kemi chama Henri até o andar de cima da mansão. Ela diz que já se sentiu recompensada no dia de hoje, enquanto sugere que ele cumpra a outra intenção. Ela ordena para que ele sente no chão, como um cachorrinho, enquanto entrega três comidas e três águas para ele, sobrando uma comida e uma água para ela mesma. Henri sente a intenção anterior o preenchendo, se sentindo satisfeito com a refeição. Farta-te em um banquete superior à tua fome e sorva insaciável além da tua sede.
O resto do grupo se alimenta e discutem sobre Jae e Labirinto ainda não terem voltado desde que saíram durante a briga de arena. Apesar de preocupados, eles estão muito cansados e concluem que os seus companheiros são fortes o suficiente para sobreviverem sozinhos.
Habilidades[]
Perita: Quando faz um teste de uma perícia em que é treinada, Kemi pode gastar 3 PD para somar +1d8 no teste.
Disparo da Morte: Kemi, ao atirar com seu rifle, sente o tempo desacelerar ao seu redor, permitindo que ela tenha uma mira mais letal e precisa. Gastando 3 PD, ela ganha +2 na sua margem de ameaça.
Sniper da Kemi: Quando Kemi dispara com sua sniper, uma espiral de Morte se forma do tiro. Quando ela reduz o PV de um ser (humano ou criatura) a 0, esse ser fica em estado de Morrendo por dois turnos em vez de três.
Arsenal[]
Curiosidades[]
- Durante a escolha de personagem em Hexatombe, Kemi, junto de Jae, foi classificada como uma personagem de dificuldade "média".[3]
- Em Natal Macabro, uma das cabanas do Acampamento Lua da Benquerença continha indícios de que Kemi vivia por lá, como por exemplo as balas de seu rifle de caça que foram pegas por Leandro.[4]
- No 4ª episódio de Hexatombe, Kemi tem suas mãos lidas por Alê, revelando que as palavras que determinam suas intenções são: "mercenária", "ambição", "solitária", "vingança", "ganância", "dinheiro" e "trauma".
Galeria[]
Aparições[]
| Episódios | Aparições |
|---|---|
| Natal Macabro - Episódio 3 - "Parte 3" | Apenas silhueta |
| Hexatombe - Episódio 1 - "Receptáculo" | Aparição completa |
| Hexatombe - Episódio 2 - "Portal" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 3 - "Um Novo Começo" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 4 - "Máscara" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 5 - "Encontro" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 6 - "Decisão" | Presente |
Referências[]
- ↑ Hexatombe - Episódio 1 (assistir no YouTube em 05m44s)
- ↑ Hexatombe - Episódio 1 (assistir no YouTube em 2h05m24s)
- ↑ Twitch. Clipe "Dificuldade dos Assassinos" de cereaw. Capturado em 26 de outubro de 2025.
- ↑ Munição de Kemi em Natal Macabro - Episódio 1 (assistir no YouTube em 21m04s)
































