Ordem Paranormal Wiki
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Para a agente da Ordem com quem elu trocou de corpo, veja Maria.

Ao encontrar no Sangue a liberdade da rebeldia... Jae matava porque podia.

Mestre[2]

Shhh...

Jae-Yoon[3]

Jae-Yoon, também conhecide apenas como Jae ou X, foi uma assassina em série, um dos antagonistas do especial Natal Macabro e um dos protagonistas da série Ordem Paranormal, presente em Hexatombe.

Uma figura misteriosa que usa um capuz que cobre o seu rosto, com um X vermelho, é parceira do Mutilador Noturno e Colosso em sua caçada para assassinar pessoas na região de Inquisidor do Vale.

Fez sua primeira aparição trancando um grupo de viajantes dentro da Casa Juno e fazendo eles procurarem as chaves das saídas em uma espécie de jogo macabro. Durante a sua caçada, Jae incapacitou e assassinou Ayla. Após os sobreviventes escaparem da casa, passou a espreitá-los, realizando diversos ataques surpresa para feri-los.[4]

Após atacar e enfraquecer suas vítimas, durante uma perseguição, Jae atacou e sacrificou Mike e Lucio, matando ambos com diversas facadas.[5][6]

Ao fim dos acontecimentos de Natal Macabro, Jae é presa pela Ordem, após ser imobilizada e derrotada. Enquanto é contida, Jae afirma que tem um propósito muito maior do que apenas fazer suas vítimas.

Em Hexatombe, agora com a agente da Ordem Maria estando em seu corpo, Jae é um dos integrantes da equipe dos Mascarados, usando como base a Mansão Abandonada.

Aparência

Jae era uma pessoa jovem de 1,70m de altura,[7] com traços coreanos e cabelos escuros, usando uma forte maquiagem preta ao redor de seus olhos, um batom vermelho e possuindo uma pinta falsa em seu queixo. Utilizava como vestimenta um sobretudo de couro vermelho com capuz, vestido por cima de uma roupa preta, também possuía diversos cintos presos por todo seu corpo e um par de luvas com os dedos cortados. Enquanto vestia seu capuz, um X vermelho aparece em frente ao seu rosto.

Personalidade

Natal Macabro

Jae apresentou um comportamento imponente e debochado, tratando suas vítimas como se não fossem nada, brincando a todo momento com o psicológico delas. Durante seus ataques, Jae sempre anuncia sua chegada sussurrando "Shhh" para aqueles que vai atacar. Se escondendo nas sombras, Jae atacava seus alvos quando menos esperam, os pegando de surpresa. Ao começar perseguições, se movia de forma rápida, correndo quase que sobrenaturalmente até suas vitimas. Quando seu capuz cai, Jae demonstrou uma leve expressão de desespero para colocá-lo de volta.

Hexatombe

Jae, após passar por um ritual que a fez esquecer quem é, agiu de uma forma cautelosa e questionadora, procurando saber o que está acontecendo ao seu redor e tendo lapsos de sentimentos ao encontrar objetos que remetem ao seu passado. Ao se reunir com seu grupo, mesmo sem saber quem são, agiu de forma amigável com todos, até mesmo ficando surpreso ao saber que há mercenários e assassinos entre eles. Ao colocar sua máscara no segundo dia de Hexatombe, Jae voltou a ter sua personalidade confiante e impulsiva da época que atuava como assassina série enquanto estava com a máscara.

Biografia

Passado

Antes de se tornar um assassino, Jae-Yoon era uma influenciadora de finanças, seguindo os passos do pai, Park Chan-Yoon, um mega empresário coreano. Porém, a sua carreira estava em baixa, e ficou pior ainda quando, em 20 de setembro de 2022, se envolveu em uma confusão dentro de uma balada com a ex-participante do GIB, Vera Docinho. Com isso, Jae desapareceu, e em determinado momento, se juntou ao grupo de assassinos, onde também faziam parte o Delegado Aguiar e Dalmo Magno.

Em sua trajetória no mundo paranormal, Jae frequentemente utilizava suas habilidades para se vingar de inimigos pessoais, transformando sua busca por vingança em uma série de atos ilícitos alimentados pelas mágoas do passado.

Natal Macabro

No dia 21 de Dezembro de 2022, Jae aparece próxima à Casa Juno, observando o grupo de pessoas que haviam chegado ao Acampamento Lua da Benquerença após um acidente com o seu ônibus. Elu realiza uma brincadeira sádica com essas pessoas, trancando todas as portas da casa e as forçando a procurar um molho de chaves para escaparem. Jae se esconde na biblioteca enquanto espera sua vítima chegar, e após algum tempo, elu se revela para Ayla. Durante uma perseguição pela casa, Jae sacrifica brutalmente a garota com a sua faca.

Ao longo da noite, Jae espreitava os sobreviventes como uma sombra entre as árvores, ocasionalmente atacando algum deles aleatoriamente. Posteriormente, quando o grupo se abrigou na Cabana Eclipse, alguns dos viajantes decidiram se separar, saindo da cabana e procurando o delegado Aguiar. Com isso, Jae saiu de dentro de um armário e perseguiu os sobreviventes que ainda estavam na cabana. Nessa perseguição, matou Mike e depois Lucio, o último após ele retirar o seu capuz no meio da briga e ver o seu rosto. Para a surpresa dos que não foram mortos, Jae, na verdade, era parceiro do policial, que revelou ser o Mutilador Noturno. Os dois sequestraram Jorge, Melissa e Breno e os prenderam no sótão da Casa Juno.

Três dias depois, outro grupo chega ao acampamento. Alguns deles são mortos pelo Mutilador Noturno, sem a interferência de Jae. Elu apenas aparece quando os sobreviventes dos dois grupos se juntam e saem da Casa Juno. Uma das sobreviventes, Shanyqua, fica presa em uma armadilha de urso, chamando a atenção dos dois assassinos e fazendo com que o grupo seja emboscado por ambos. Como a garota ficou para trás, Jae dilacera ela com sua faca.

Posteriormente, Jae se aproxima de Jorel após ele prender o Mutilador Noturno nos restos do cais do acampamento. Elu oferece ao garoto um lugar em sua equipe para procurar a Coroa de Espinhos. Os dois notam Jorge e Breno após eles terem arremessado uma granada de fumaça em sua direção. A figura se prepara para correr em direção aos dois sobreviventes, mas Jorel dispara contra ela com o seu revólver, iniciando uma briga entre Jae e os três sobreviventes. Elu recua depois de um tempo e fala que os três "estão ferrados" quando Dalmo, o Colosso, se aproxima da cena. Contudo, Dalmo é atropelado por uma van da Ordo Realitas que acaba de chegar ao acampamento. Da van, saem três agentes da Ordem que partem para ajudar os sobreviventes. Jae é imobilizada por Jorge e desarmada por Breno. Apesar dos pedidos dos agentes para que a assassina fosse poupada, Jorel ainda assim dispara contra ela, apenas para Jorge entrar na frente do tiro e morrer no lugar.

Jae é presa pelo agente Hugo Longo e jogada dentro de uma van junto de Jorel, que enlouqueceu e se tornou o Caçador de Gente após matar seu próprio irmão. Ela é levada até a base da Ordem junto do Mutilador Noturno e Dalmo e aprisionada lá com eles, e aparentemente junto com outros 2 assasinos que foram revelados serem Kemi e Labirinto em Hexatombe.

Hexatombe

Episódio 1: "Receptáculo"

Não existe nada além do tom carmesim, a batida sincronizada e o caixão. O sabor de sangue se revela aos poucos, primeiro metálico, depois frutado, ganhando o perfume de um bom vinho. Jae desperta segurando uma taça diante de uma janela, em um quarto de hotel confortável. O ambiente é limpo, discreto, sem nada que chame muita atenção. Ela não tem lembranças de quem é, de onde veio, nem por que está ali. Apenas observa o próprio reflexo no vidro e tenta se reconhecer naquele corpo estranho. O vinho que segura tem rótulo asiático, de uma marca refinada, e ela decide guardá-lo na mochila. Sobre a mesa há um celular e um panfleto do Yoon Business Hotel, confirmando o lugar em que está. Vasculha o quarto, abre o armário, olha debaixo da cama, mas não encontra nada útil. Pela janela vê São Paulo ainda iluminada pela luz do dia. No banheiro, encontra um estojo de maquiagem e o leva consigo. Quando vai conferir a porta, o celular vibra.

Há mensagens recentes de “K” e Dalmo. Ao tentar abrir a conversa com Aguiar, alguém bate à porta. Jae olha pelo olho mágico e vê um jovem de uniforme do hotel, com expressão aflita. Elu diz que não quer serviço de quarto. O rapaz insiste, dizendo que foi o pai dela quem o enviou. Assustada, Jae se esconde no banheiro e o escuta dizer que seu pai estava preocupado e que o motorista já estava a caminho para buscá-la. Quando o silêncio volta, ele destranca a porta e relê a mensagem de Aguiar, tentando encontrar sentido nas palavras, até que decide esperar o tal motorista.

Um ônibus vazio estaciona em frente ao hotel. O motorista olha para elu, e no instante em que seus olhares se cruzam, um espasmo percorre seus corpos. O sangue pulsa com força, os músculos se contraem sozinhos, e os olhos de ambos se tornam vermelhos. Por um breve segundo, ela sente o peso do caixão, a sensação de sufoco. O sangue de ambos escorre e flui na mesma direção. O motorista a chama e sem saber por quê, Jae obedece. Ele se apresenta como Dalmo. Dirigem sem rumo por um tempo até que Dalmo estaciona para comprar algumas paçocas. Jae, pensando sobre a movimentação do sangue, fura o próprio dedo e observa o sangue escorrer. A gota se move sozinha, ele propõe segui-lo e Dalmo concorda.

O rastro os leva até um galpão abandonado, trancado por um portão de ferro. Na frente, duas pessoas já esperam, junto a uma caminhonete da polícia. Jae e Dalmo se aproximam. Trocam olhares desconfiados, conversam sobre o que está acontecendo e tentam entender o que têm em comum. Logo outra figura se aproxima, completando o grupo. Quando os cinco ficam frente a frente, um mesmo impulso os atravessa. Os corações batem no mesmo ritmo, os músculos tremem como se respondessem a um mesmo comando. Jae percebe que todos foram guiados até ali pelo mesmo chamado. Elu conta tudo o que sabe, tentando unir os fragmentos de suas memórias.

O grupo entra no galpão. A névoa cobre o chão. No centro, há um símbolo desenhado, e sobre ele cinco estruturas que lembram caixões, idênticas às que Jae viu na imensidão vermelha antes de acordar. Vasculhando o local, ele encontra uma caixa de armas e reconhece sua faca de caça. Chama os outros e todos se armam. Labirinto se aproxima do símbolo, escolhe um caixão e contra a sua vontade o abre com o seu sangue, libertando uma criatura feita de carne viva, que salta sobre ele. O grupo reage imediatamente.

Jae se move rápido, correndo pelo galpão em silêncio, marcando grandes X vermelhos com o sangue nos pilares e caixões enquanto o combate se desenrola. Depois de traçar suas marcas, surge de novo entre as sombras, deslizando como um vulto. Passa pelo monstro com um único golpe, cortando-lhe a cabeça. O corpo continua a lutar por instantes até que Dalmo o finaliza de vez. O galpão volta ao silêncio, o cheiro de sangue se mistura à névoa. Duas pessoas entram pela porta principal. Uma delas é Agatha, que observa os caixões abertos e o sangue espalhado pelo chão. E dentre outras coisas revela que um deles havia acabado de morrer.

O corpo que estava dentro do caixão aberto, o mesmo que Labirinto escolheu, seria o corpo de Jae?

Episódio 2: "Portal"

Agatha se aproxima do grupo, revelando que eles não são os assassinos, mas sim agentes da Ordo Realitas que passaram por um Ritual de troca de corpos. Os donos originais dos corpos planejavam um ritual para matar seis pessoas, mas foram capturados. Ela explica que a perda de memória é um efeito colateral normal e que um evento importante, o "Dia da Lua de Sangue", ocorrerá em 7 dias, com a data tendo se tornado um "potencializador paranormal" por todo o misticismo envolvendo a Lua de Sangue na história. Agatha introduz o "Hexatombe", um ritual que exigirá um sacrifício por dia a partir do dia seguinte e concederá um desejo aos seus "vencedores", e explica que o objetivo do grupo, como agentes da Ordem, é se infiltrar na vida dos assassinos para descobrir mais sobre ele e os sacrifícios, que são desconhecidos pela organização.

Agatha também confirma para o grupo que a mestra de Aguiar, Lucina, está morta, e direciona os cinco a um informante da Ordem em um bar na Rua Henrique L., 9287. Jae questiona sobre qual dos cinco havia morrido e Agatha afirma que eles preferem não saber da resposta.

Agatha indica que haviam mais coisas na caixa do galpão além das armas dos assassinos. O grupo se aproxima do caixote e pega as respectivas vestimentas e acessórios dos donos originais dos corpos. Antes de saírem do galpão, então, eles são advertidos por Agatha a não usarem os pertences por agora, por estarem impregnados com as "intenções macabras" dos assassinos.

Assim, o grupo sai do galpão. Aaron fecha a porta e entra na van da Ordem, saindo do local em seguida. Os agentes entram no ônibus de Dalmo. Após isso, eles partem para o local indicado. No caminho, Jae descobre que o dono do corpo que habita, além de um assassino, é um influenciador digital de maquiagem, moda e finanças, possuindo cerca de 200 mil seguidores no Instagram.

Após alguns minutos, o grupo chega ao bar apontado e percebe seu nome: "Suvaco Seco". Adentrando o lugar, eles notam vários caixotes empilhados, uma pilha de cadeiras de plástico, algumas máquinas de fliperama e um ambiente bastante vazio, a não ser por um homem bebendo sozinho e uma senhora de aproximadamente 60 anos de idade fumando atrás do balcão do estabelecimento.

Aguiar conta pro grupo que se lembrou de algo estranho. Ele se recorda de, como uma lembrança infantil, a Ordem ter falhado com ele anteriormente, se tratando de algo envolvendo o paranormal. O grupo se aproxima do balcão e pede para a bartender algumas bebidas e ficam conversando um pouco enquanto esperam pela chegada do tal informante.

Pouco depois, Jeremias, o homem que Aguiar e Labirinto viram na delegacia, entra e sai do bar. Percebendo que se tratava do informante, o grupo decide segui-lo.

Jeremias os guia até um beco e explica para os agentes sobre os "Transtornados", um grupo de viciados no paranormal que ocupam lugares abandonados e lá enfraquecem a Membrana. Jae conecta essa informação ao pôster do show da banda PSIKOLERA no "The Monica Club" que Dalmo e Kemi haviam encontrado antes. Elu pesquisa e descobre que o clube é um local abandonado que havia sido construído pela Construtora Opspor e que o antigo vocalista da banda foi encontrado morto. Kemi lembra que o homem que ela matou possuía o pôster, levando o grupo a teorizar que ele era um Transtornado e decidir se infiltrar no show. Se despedindo de Jeremias, os cinco partem de volta para o ônibus.

No trajeto, os agentes discutem um pouco e Kemi explicita a maneira como eles estavam desorganizados, porpondo que Labirinto liderasse-os. O mesmo, não dando tanta atenção, começa a desenhar o símbolo de um de seus Rituais, o Ritual de Labirinto Mental. Depois de quase uma hora de viagem, eles estacionam no local que seria a boate e veem várias pessoas estranhas, sentindo um clima claramente hostil no ar. Eles descem do ônibus e entram num beco, enxergando várias pessoas fazendo fila até uma porta metálica, com um grande homem segurando um cutelo em uma das mãos e recolhendo ingressos de entrada.

Um vendedor de paçocas na fila, o mesmo que havia vendido para Dalmo mais cedo, se aproxima e oferece paçoquinhas e também uma aparente droga chamada "Rubra", indicando seu contato, "Estevan", que estaria vendendo lá dentro.

O grupo se aproxima do homem musculoso na entrada e, após algumas tentativas falhas de enganar o segurança, Kemi mostra a pistola de pregos do homem que matou; o segurança pergunta por "Carrara", e Kemi blefa, conseguindo acesso para o grupo.

Entrando na boate, eles se deparam com um ambiente extremamente violento. Há muitas pessoas dançando na pista e há algumas mais quietas ao canto. Mais à esquerda, tem um bar com uma bartender intimidadora. No lado oposto, se percebe muita gente tentando entrar num dos banheiros, se empurrando constantemente. O palco principal está vazio e, ao lado do palco, tem uma porta de "acesso restrito". Jae se aproxima e é questionada por um homem da boate perguntando se ela queria falar com o "Giovanni", dizendo que o segurança da porta foi no banheiro. Jae tenta arrombar a porta com um dos utensílios de seu estojo de maquiagem, mas falha. Enquanto Aguiar e Dalmo vão ao banheiro procurar o segurança e Kemi tenta conversar com uma das pessoas na boate, Jae e Labirinto vão até o bar.

Eles atravessam a multidão e chegam no bar, encontrando-se com Dani, a bartender, a pessoa com a aparência mais normal do lugar. Jae pede uma bebida, uma Blood Mary, e a bartender diz para ela pagar e estender a mão. Após conversarem um pouco, Labirinto, fazendo gestos o tempo inteiro, pede o número da bartender pro Jae e Jae aceita pagar o preço. Ela estende a mão e, com uma faca de caça, a bartender apunhala sua mão, passando-lhe o número de telefone e o drink em seguida. Aguiar chega ao bar e fala ao grupo sobre o plano de misturar uma bebida vermelha com Rubra para fazer o segurança da porta vomitar, já que ele havia engolido a chave. O assassino lembra sobre Estevan, o contato do vendedor de paçoca. Jae, então, sobe no palco para chamar o traficante, mas acaba sendo vaiado pela plateia e resolve fazer um malabarismo com sua faca para impressioná-los. A multidão gosta muito e grita em aprovação. Estevan se identifica no meio do público e Jae desce para falar com ele. Ele pede pra ser apunhalado por Jae e elu pede Rubra em troca. Ele concorda com a proposta. Ele entrega a droga e Jae o apunhala. Em seguida, vai se reencontrar com o grupo.

O grupo que havia se separado se reencontra no banheiro e eles entregam a bebida com Rubra pra Tarrafa, o segurança, que vomita quase que imediatamente vários objetos diferentes, incluindo a chave que buscavam. Kemi pega a chave do chão e o grupo segue até a porta de acesso restrito. Kemi a destranca e eles entram, se deparando com um corredor que leva até uma outra porta com a mesma inscrição. Eles seguem e abrem a porta de uma sala que parece misturar um escritório e um depósito. Ao redor de vários equipamentos de som, caixas e ferramentas jogados por todos os cantos, há uma mesa de reunião. Do outro lado da mesa, um homem meio esguio parece esperar o grupo, este sendo Giovanni. Ele tem um sorriso sádico e vazio. Ao redor de sua cabeça, há uma gaiola metálica.

Ele fala que estava esperando por eles e diz que vai explicar as coisas antes do "Tributo" deles começar. Ele explica sobre o Hexatombe, com os sacrifícios de seis pessoas a partir do dia seguinte. Ele explicita que os sacríficios já foram escolhidos e estavam só esperando, estigmados. Giovanni prossegue dizendo que, no último dia do ritual, no último sacrifício, só seis pessoas, incluindo o próprio sacrificado, podem estar presentes. O homem afirma que, de todos que vão participar do Hexatombe, apenas seis vão chegar até o final. Cada sacrifício vai ser protegido por um grupo de cinco pessoas, que vão tentar sobreviver até o final, formando um grupo de seis pessoas. Cada grupo vai sair na caça uns dos outros diariamente e, no dia final, somente uma equipe e um sacrifício vai restar perante a Lua de Sangue, aqueles que vão ter seu desejo realizado, aqueles que vão presenciar a Coroa de Espinhos, aqueles escolhidos pelo Hexatombe. Giovanni explica que eles, naturalmente, são inimigos, porque eles são de equipes diferentes, mas que tem informações de quatro das seis equipes que vão participar do ritual. Ele propõe um acordo, que a equipe dele não atacaria a equipe do grupo, e vice-versa. O grupo concorda com a proposta e pergunta algumas coisas.

Giovanni prossegue falando que inúmeros grupos ao redor do mundo inteiro estão fazendo seus Tributos, mas que nem todos iriam conseguir entrar, que somente os mais dignos seriam aceitos para participar do Hexatombe. Ele diz que o que eles prepararam seria suficiente. Alguns membros do grupo percebem um retrato de um garoto de, aproximadamente, quatorze anos de idade com um uniforme escolar, que, estranhamente, se parece muito com Agatha. Logo após, eles retornam pra área central e percebem que tudo está extremamente silencioso. As músicas pararam e as luzes diminuíram. O que antes era uma gritaria generalizada se transformou num silêncio de antecipação. A banda iria entrar a qualquer momento. Eles escutam sussurros e risadas da multidão e, finalmente, o grupo começa a escutar alguns instrumentos. As luzes ainda estão baixas, mas as silhuetas de algumas pessoas adentrando o palco já energizam a multidão, que forma um mosh pit no centro da boate. A bateria entra junto com o baixo e a guitarra, num crescente, a tensão aumenta mais. Todos estão armados, os olhos arregalados, as veias saltadas. Isso não é normal. O grupo sente um calafrio. Eles não vão presenciar uma performance. Isso não é um show. Vai acontecer um massacre.

Luzes vermelhas se acendem, revelando o palco, com o PSIKOLERA performando. Todos na balada começam a se atacar brutalmente. O grupo agora tenta sobreviver em meio ao mosh pit. Kemi e Jae matam vários agressores; Aguiar é gravemente ferido, mas Dalmo o protege, matando muitos atacantes; Labirinto usa o Ritual do seu cajado para criar um escudo humano. O grupo elimina quase todos, e o último é morto por um tiro vindo do palco.

É hora de acabar com esse show.

O pessoal da banda começa a comemorar. Os agentes batem palmas.

O evento que eles acabaram de experienciar traumatizaria até mesmo agentes experientes, mas alguma coisa sobre o que havia acabado de acontecer fez os agentes sentirem que o dever foi cumprido. O sangue das vítimas do massacre começa a escorrer em união. O grupo começa a enxergar o sangue de todos ao redor deles subir pra cima, flutuando, contra a gravidade, até o teto. Os corpos, que antes se arrastavam de dor e agonia, agora parecem ainda mais vermelhos, como se a carne deles estivesse lentamente sendo exposta e derretando. Seus membros e entranhas começam a se agarrar uns aos outros e se mesclar, formando um amállgama de carne. No teto, um grande símbolo circular começa a ser revelado com o vermelho do sangue, contendo seis círculos menores ao redor de uma cruz invertida com duas linhas horizontais. Dentro de cada círculo menor, uma marca irregular diferente, que lembram fendas ou cortes. Enquanto isso, os corpos embaixo já não são mais reconhecíveis. Todos eles se arrastam até um ponto específico logo embaixo do grande símbolo que está sendo desenhado no teto. O som é nojento e agonizante. São gritos e gemidos de dor, que parece uma vibração sonora constante.

E, finalmente, o símbolo termina de ser formado com o sangue. O grupo escuta um som ensurdecedor ecoando por todo o ambiente, reverberando para dentro deles. Um som tão poderoso que enfraquece suas pernas. A visão deles se distorce por um momento, como se o mundo fosse formado de pequenos rabiscos vermelhos violentos. Algo que poderia ser descrito como infinitas vozes gritando em sofrimento, acompanhadas da batida de um sino. E, com esse som, o amontoado de corpos se abre violentamente, formando um círculo no chão.

Mas, no centro, algo impossível aparece.

Em vez de conseguirem enxergar o chão que era para estar ali embaixo, o grupo vê uma enorme boca formada de dentes, uma biomassa vermelha asquerosa, com os corpos dos mortos sendo consumidos.

Eles conseguiram. Eles abriram o portal.

Imediatamente, o vocalista do PSIKOLERA salta do palco de costas rumo ao centro da aberração sanguinolenta no chão. Todos os membros, bocas e dentes que formam aquilo começam a rasgá-lo e desmembrá-lo, partindo ele em incontáveis pedaços. Os outros membros da banda, vendo o que acontece, se jogam no portal e têm o mesmo destino do vocalista.

Giovanni chega no lugar, atrás do grupo, e diz que um dos membros de seu grupo "deu pra trás", mas que eles encontraram um substituto. Da porta da boate, aparece Mosto, o homem com o saco na cabeça, carregando Cleo, a policial colega de Aguiar, que se debate e tenta, sem sucesso, lutar contra. Ela é arremessada no portal e, logo em seguida, Giovanni se joga, seguido por Mosto e Tarrafa. Após isso, Jae se joga, seguida por Kemi. Depois, o restante do grupo se joga também, todos sendo devorados pela bocarra sanguínea.

Após abrirem os olhos, eles se encontram num ambiente diferente, quente e árido. O chão, tomado de terra e areia batida, com tufos de mata branca e plantas secas, se espalhando até onde a vista alcança. O sol do amanhecer ilumina o rosto deles. Os cinco se encontram ao redor de um mesmo símbolo, um dos seis estigmas do sacríficio.

Episódio 3: "Um Novo Começo"

Os assassinos, após pularem no portal, despertam em um lugar deserto, marcado com um dos seis Estigmas do Sacrifício. Eles veem pegadas de sangue surgindo do estigma, formando um caminho para um lugar. O sol do amanhecer ilumina seus rostos. É um novo começo. O primeiro dia de Hexatombe.

Analisando seus corpos e percebendo que alguns deles estavam com suas roupas de assassino, o grupo também observa uma casa quase destruída, um conjunto de pedras e um antigo cemitério. Eles também discutem sobre seus objetivos como agentes da Ordem, como lutar por aqueles que não sabem da existência do paranormal, sobreviver por si mesmo e domar seus medos. Logo, eles escutam sons de passos de animais selvagens, percebendo que não há muito tempo para ficar conversando e que eles devem procurar algum lugar para se proteger. Mas primeiro, eles se aproximam do cemitério, percebendo um total de 28 lápides sem nome, mas com diversas datas, boa parte delas marcada com o ano de morte sendo 1966. Kemi, analisando o ambiente, imagina que o grupo, ao entrar no portal do Hexatombe, não foi teleportado para outra dimensão, e sim para uma área da caatinga do Nordeste. Após uma breve conversa sobre, o grupo começa a seguir as pegadas de sangue do estigma, indo em direção à casa próxima.

Ao chegarem na frente da casa, com o dia mais clareado, eles percebem as pegadas mudando de direção, com Kemi analisando e vendo que o sangue estava fresco, como se a pessoa que tivesse deixado as pegadas estivesse andando ainda por aí. Com Jae na retaguarda, Labirinto puxa vários arames farpados, traçando um labirinto, fazendo seus olhos ficarem vermelhos, derramando algumas gotas de sangue formando o símbolo de um ritual onde ele consegue perceber diversos seres em um raio de um quilômetro. Com o ritual feito, ele percebe diversos animais na área, mas nada perto de um animal silvestre. Mesmo assim, pressentindo qualquer perigo, o grupo entra no casarão, vendo diversos móveis arrastados e jogados, várias mensagens marcadas na parede, como "VOLTE", "PRECISAMOS DE VOCÊ", "SERAFIM VERMELHO, VOLTE", "REALIZE MAIS UM MILAGRE", diversos quadros e cartazes por toda parte do cômodo principal, além de uma iconografia completamente religiosa, com uma pessoa encapuzada replicando um símbolo com as mãos, o que Labirinto reconhece como a Marca do Sangue, que lembra ele que não é incomum ocultistas usarem a ignorância do paranormal para manipular pequenos vilarejos como se fossem deuses. Jae e Dalmo procuram algo na geladeira, tendo o azar de achar nada.

Ao virar para o outro lado, Jae percebe diversas escrituras na parede ao lado da porta, descobrindo a lista de regras do Hexatombe. Os dois do andar de baixo percebem a última regra sendo manchada no final e percebem que caso percam o sacrifício do grupo ou abandonem a Coroa de Espinhos, eles viram desertores. O grupo se reúne para ver as regras e além disso, também encontra diversas ferramentas e recursos, já tendo o pensamento de usar aquela casa como uma base. Eles também discutem sobre se dividir em procurar recursos, procurar o sacrifício do grupo e vigiar a base. Enquanto Kemi usa seu binóculo para vigiar os arredores e Jae marca o lugar com vários Xs, Aguiar sai para cheirar o sangue das pegadas, tentando sentir para onde foi a pessoa, mas sem muito sucesso.

Depois, Aguiar e Jae se juntam, sentindo uma certa nostalgia, e saem em uma jornada para acompanhar as pegadas de sangue, enquanto Dalmo, Kemi e Labirinto ficam para reformar a casa. Aguiar tem um certo cuidado para andar durante o trajeto, enquanto Jae quase é ofuscada pela areia trazida por um vento forte. No fim da jornada, eles encontram um vilarejo abandonado, com mais casas quase destruídas e cordas com diversas esculturas de madeira penduradas, como se estivesse sendo realizado um festival por lá. Os dois decidem se dividir para investigar as casas, com Jae encontrando cada vez mais pôsteres e esculturas, como se houvesse angústia e desespero por lá. Mas o que mais se destaca para Jae é algo que elu não havia encontrado na sua base: um pôster de um circo chegando na cidade. Logo após, Aguiar se junta e os dois começam a ouvir um barulho, como se houvesse algum motor por perto. Eles se aproximam do lugar de onde o barulho vem, se esgueirando pela esquina e vendo algo que eles não esperavam ver tão rápido: Tarrafa, correndo como se não houvesse o amanhã. Os dois se escondem e percebem o real perigo: um carro vermelho todo modificado, seguido por uma pessoa dirigindo uma outra espécie de veículo diferente, cheia de pregos, espinhos e lanças, que empala Tarrafa com uma das lanças de seu veículo na barriga, dizendo que se sentia muito em espanhol, enquanto sai em disparada para o outro lado. Jae e Aguiar se aproximam de Tarrafa, que se contorce e começa a vomitar algumas coisas de metal, antes de ser morto em definitivo por Jae. Os dois então pegam algumas das coisas de metal que Tarrafa vomitou e seu arpão, continuando com o mesmo plano: andar seguindo as pegadas, se dividirem e quando ouvirem algo, se esconderem e fazer um sinal caso algo aconteça.

Os dois seguem as pegadas até uma espécie de mercadinho, ainda marcada pela iconografia religiosa. Eles acham algumas comidas para levar para a base, enquanto percebem que as pegadas levam até uma porta. Aguiar abre ela e eles encontram uma sala com um ambiente totalmente macabro: uma arte de uma silhueta encapuzada, claramente o Serafim Escarlate, com várias velas ao redor de um grande símbolo, onde uma figura encapuzada pisa no centro. O sacrifício dos assassinos.

Henri desperta, dentro da sala vermelha, segurando uma estátua ensanguentada na sua mão. Ele se vira e olha para os dois que acabaram de chegar no quarto. Jae e Aguiar explicam o que está acontecendo para Henri, que se questiona se está mais uma vez dentro de um jogo e fica curioso com ele, mais uma vez, sendo parte de uma equipe. Os dois percebem o Estigma do Sacrifício marcado nas costas de Henri, que se maravilha em saber do jogo sádico e que gostaria de conhecer as outras equipes participantes do Hexatombe. Mas enquanto os três conversam, eles são surpreendidos por uma criatura grotesca e vermelha, cheia de espinhos no corpo, e um enorme buraco na barriga: o corpo de Tarrafa, que ataca Jae de surpresa. Aguiar e Jae tentam atacar a criatura, sem sucesso, enquanto Henri puxa sua preciosa faca decorada e também tenta atacar, mas o zumbi de Tarrafa bloqueia todos os golpes. Em seguida, Jae e Aguiar novamente atacam, agora com mais sucesso e com Aguiar cravando seu machado e o antigo arpão de Tarrafa na criatura e despedaçando ele no meio. Após o combate, Henri tosse um pouco de sangue, sentindo a marca nas suas costas e chuta o corpo da criatura, para se saciar com o sangue se espalhando. Ele decide então seguir Jae e Aguiar até a base.

Eles saem do mercadinho, se encontrando com Giovanni e Mosto, com o grandalhão ficando visivelmente triste ao saber da morte de Tarrafa e tentando recompor o corpo do amigo. Giovanni discute com os três e reforça mais uma vez seu acordo de paz com os assassinos, e que caso for necessário, agora há uma nova vaga no grupo dele que pode ser preenchida por um deles. Ele também fala que não muito longe desse vilarejo, eles criaram uma base para a equipe, e fala sobre como matar o próprio sacrifício do grupo é uma ideia ruim, o que os faria virar desertores, e essa seria a última coisa que eles gostariam de ser. Henri questiona Giovanni sobre o sacrifício do grupo dele, que se recusa a elaborar sobre, até mesmo se recusando a falar sobre Cleo e seu paradeiro. Antes de se despedir, Giovanni avisa o trio para tomar cuidado com a noite, dizendo que além das outras equipes, coisas piores podem acontecer e que a luz da Lua produz efeitos poderosos. Ao mesmo tempo, ele deixa visível a sua pele se deteriorando e caindo, como se sua carne estivesse ficando exposta.

O trio volta a andar enquanto Henri conta sobre sua história, falando sobre um certo ator, Arnaldo Fritz, estando presente na sua infância. Ele também discute sobre o Hexatombe e como é fútil se importar com Cleo. Henri e os outros chegam à casa, sendo recepcionados por Dalmo.

A noite cai. O grupo se reúne e começa a arrumar camas para poderem dormir, enquanto analisam o corpo de Henri, com tatuagens no corpo, um dos olhos arrancados e o outro esbranquiçado, como se ele fosse cego, e uma das mãos faltantes; e enquanto discutem sobre o que Jae, Aguiar e Henri viram no vilarejo e o que Dalmo, Kemi e Labirinto viram nos arredores da casa. Henri também fala sobre o que foi conversado com Giovanni e tenta sugerir algumas ideias do que fazer durante o jogo. No meio de muita discussão, a barriga de todos começa a roncar. Eles precisam tomar água e comer algo, sentindo que se não fizerem isso, podem morrer.

E então, Jae, Aguiar e Henri percebem algo. Vindo do leste, uma enorme quantidade de pássaros passa voando, e de repente, o grupo toma um susto com o som estridente de um sino. Um sacrifício foi realizado. Algo cresce dentro deles. Um sentimento primal, uma fome mais racionalizada. Um instinto moldado em uma forma direcionada. Todos são preenchidos pela intenção do estigma da Coroa de Espinhos. Farta-te em um banquete superior à tua fome e sorva insaciável além da tua sede. Eles sentem a mesma coisa: comer e beber 3 vezes no mesmo dia pode recompensá-los. O grupo então discute sobre quem irá comer e beber com a quantidade que eles têm, tentando dar prioridade a Henri como o sacrifício do grupo. Com exceção de Aguiar, todos bebem, e com exceção de Labirinto, todos comem, assim como também Kemi tenta beber de seu próprio sangue.

Depois, Labirinto começa a desenhar um plano de formações da equipe, uma na forma de uma adaga, outra na forma de uma picareta e outra na forma de um olho de um labirinto, com Henri no centro de cada formação sendo protegido. Eles discutem sobre o que Henri tem para se proteger, com ele sentindo mais uma vez o estigma meio que sugando um pouco dele. Labirinto tenta analisar o estigma, sentindo algo paranormal muito poderoso, como se o estigma fosse um parasita que estivesse absorvendo algo de Henri.

E então, o grupo é interrompido por um grito ensurdecedor de longe. Kemi pega seu binóculo e seu rifle e ao mirar, enxerga uma pessoa, de cabelo crespo, com uma mochila, correndo e sangrando. Dalmo, Aguiar, Labirinto e Jae descem para encontrar a pessoa, enquanto Kemi, indecisa, puxa o gatilho e atira na pessoa, atingindo sua costela e a arremessando para o lado, ficando completamente imóvel. Os seis saem da casa e esperam Labirinto conjurar seu ritual antes de irem em direção ao corpo. Sentindo apenas o corpo imóvel vivo da pessoa e alguns animais, o grupo se divide, com Dalmo e Jae se deslocando até o corpo. Eles ouvem os gritos de Henri, pedindo para eles revistarem o jovem antes de matá-lo, depois pedindo para que o jovem fosse levado até o resto do grupo "para ele poder matar também". Eles escutam os grunhidos da pessoa, ainda resistindo a morte, e quando Jae pega a mochila dessa pessoa, ela desmaia. Jae revista a mochila e encontra diversos mapas, com um deles se destacando: um mapa de todo o local, com todas as bases de todas as equipes marcadas, com os desenhos de Aguiar, Giovanni, Caio da banda PSIKOLERA e mais algumas outras marcações. A pessoa se assusta e tenta se debater, sendo levada por Dalmo até a mansão e jogada no chão. Ela tenta se rastejar, mas é arrastada por Dalmo e Aguiar. Ele tampa seus ouvidos, assustado, enquanto o grupo tenta decidir o que fazer com ele. Henri se aproxima e pergunta o que aconteceu, descobrindo que a pessoa é o Pomba, e que sua família, os Pássaros, foram comidos pelos Vampiros.

Episódio 4: "Máscara"

Os assassinos levam o jovem até a sua base e Henri começa a fazer perguntas para ele, ao mesmo tempo que tenta acalmá-lo. Depois de muita discussão, ele conta sua perspectiva sobre o momento em que sua família foi atacada pelos Vampiros. Henri ouve Dalmo e Labirinto mencionando a Ordem, o que chama a sua atenção. Ele questiona qual é a ligação dos assassinos com a organização e diz que conhece a ordem faz tempo, mencionando o nome Veríssimo, com a menção desse nome perturbando Labirinto. Jae ameaça agredir Henri e exige respostas, mas ele retribui com a tentativa de um beijo e com uma mordida, levando um soco do assassino em seguida. Depois de uma intensa discussão, o grupo se divide para ir dormir.

O segundo dia do Hexatombe chega. Jae desperta e percebe que Pomba não estava mais na mesa, mas sim escorado em uma pequena escrivaninha, colocando o mapa na parede e vendo suas anotações. Enquanto discute com ele, os outros membros da equipe acordam. Pomba explica como sua equipe entrou no Hexatombe, fala um pouco sobre a área onde o evento está se passando, chamando-a de Coroa de Espinhos, e fala um pouco sobre a localização de cada equipe. A equipe decide se dividir, com Jae, Labirinto e Pomba ficando na base para realizar reformas.

Eles começam a fazer as melhorias de sua base, com Labirinto fazendo um conserto rápido da geladeira e Jae consertando o filtro de água. Os assassinos discutem com Pomba sobre a troca de corpo que sofreram, recebendo em troca informações sobre os membros e o funcionamento da equipe dos Pássaros. Eles explicam ao jovem que o objetivo deles é encontrar uma forma de interromper o Hexatombe. De repente, eles são interrompidos por alguém batendo na porta. Jae manda Pomba se esconder e vai abrir a porta, encontrando homem com roupas e chapéu de cangaceiro, com uma lamparina na cintura e uma grande espingarda nas costas. Ele diz que agora é um bom momento para conversar, entrando despretensiosamente na base e sentando na mesa de jantar. O homem se apresenta como Cristino e diz que ele não tem intenção alguma de participar dos jogos, e que sua única meta é caçar uma enorme criatura, que roubou algo dele e que só aparece de noite. Ele oferece um acordo para a dupla: ajudá-lo a fazer uma armadilha nessa noite para pegar a criatura em troca da própria ajuda no evento. Ele diz que acenderá uma lamparina na colina e que talvez precise de três pessoas para ajudá-lo, pois a criatura é lazarenta o bastante para ser perigosa. Após o acordo, ele sai da casa. Assim, Labirinto, Jae e Pomba discutem sobre o que vão fazer com essa oferta, enquanto Labirinto e Jae discutem sobre suas memórias.

Após várias horas conversando com Pomba, na distância, Labirinto escuta sons de tiro e sons de carro na direção que Aguiar e Henri foram. As horas se passaram e chegando no entardecer, até agora ninguém voltou. Eles se mobilizam para procurar os outros, mas vêem Dalmo e Kemi se aproximando, trazendo brindes da PSIKOLERA. Os recém-chegados contam sobre seus encontros com Giovanni e com a banda, relatando tudo que aconteceu. O tempo vai se passando e Aguiar e Henri ainda não voltaram do acampamento dos Pássaros.

Os dois chegam na mansão, com os outros cinco percebendo Aguiar banhado em sangue e inferindo que ele tenha usado a máscara. Eles falam sobre o que aconteceu, descobrindo que os dois lutaram com um vampiro e conheceram os Couraças, enquanto o resto do grupo fala sobre terem decidido que três deles iriam ajudar Cristino. Jae usa seu binóculo para olhar as colinas, vendo um lampião aceso, mas acima de tudo, uma enorme silhueta vindo na direção da mansão: Mosto, com ódio, que grita por Dalmo. E então, os céus ficam vermelhos, com um enorme sino badalando. Chegou a hora do acerto de contas de Mosto e Dalmo.

Episódio 5: "Encontro"

Dalmo desce para encarar seu rival. Pouco tempo depois, chega Giovanni e Nando, o sacrifício dos Transtornados. O líder tenta obrigar Mosto a recuar, enquanto o sacrifício incentiva a luta e tenta entrar na mansão, sendo impedido e ameaçado por Henri. Os assassinos tentam sugerir para Dalmo atrair Mosto até o local onde Cristino estava, mas isso não dá certo pois Nando interfere e chama Dalmo de covarde, fazendo com que ele retorne para o confronto e vista o seu capacete, se tornando o Colosso. Sem tempo para um plano mais elaborado, Labirinto e Jae partem para encontrar Cristino.

Os dois entram na mata e começam a procurar Cristino, com Jae acidentalmente pisando em um formigueiro. Eles chegam e se encontram com o cangaceiro, que explica o seu plano e responde algumas perguntas de Labirinto, porém, quando ele questiona sobre o motivo dos dois estarem ali e descobre que eles vieram parar o Hexatombe, ele fica um pouco surpreso, mas que acredita que no fundo, os dois têm um motivo maior para estarem ali. Os três continuam andando até que Cristino faz um sinal, sentindo que a criatura está próxima. Ele diz que precisa que Labirinto e Jae distraiam a criatura enquanto ele monta a armadilha. Os três se aproximam de uma área, até virarem sua atenção a um barulho na frente deles: uma criatura enorme vermelha com quatro braços e dentes pontudos, com uma cauda enorme. Jae pede para que Labirinto ajude Cristino enquanto elu tenta distrair a criatura, mas quando ele se aproxima para tentar ajudar Cristino, a criatura se vira para eles.

Eles veem a criatura se virando, enquanto o sino do Hexatombe toca, sinalizando mais um sacrifício que preenche uma intenção para eles. A criatura uiva para o alto após ouvir o sino, sem perceber a presença dos três, enquanto Jae tenta se esgueirar para colocar lamparinas no caminho. Já que Labirinto é mais barulhento, ele deixa a tarefa para Jae. Apesar de algumas situações que acabam chamando a atenção da criatura, eles conseguem completar a armadilha. Assim que a última é posicionada, Cristino pega seu rifle, faz uma contagem de 3 e atira na primeira lamparina, que começa a espalhar um fogo, atraindo a atenção da criatura, que começa a pular de lamparina em lamparina, pegando fogo, até chegar no amontoado. Labirinto conjura um ritual do qual a criatura desvia, porém Cristino atira nos barris, gerando uma explosão que desacorda a criatura. Ele, com uma peixeira, abre o corpo da criatura e pega um medalhão. Ele se despede dos dois e lhes entrega um lampião personalizado, dizendo que, quando precisarem da ajuda dele, devem acender o objeto e o posicionar em um local alto para os localizar.

Eles começam a ir embora apressadamente, mas o pior acontece: o Quibungo levanta. Ele começa a partir pra cima, mas Labirinto usa um ritual que o força a correr para longe. Eles começam a correr, mas Jae percebe seu colega de equipe ficando para trás, preparando mais um ritual. Jae decide colocar o seu capuz. O X se sente liberto. O rosto dela desaparece, com seu sorriso sendo revelado na sombra. O capuz vermelho não esconde quem ele é nas sombras, mas na verdade, o contrário. Elu sente suas pupilas vibrando, seus lábios tremendo pelo sabor da próxima vítima. Nas sombras, é quando ela se revela. Mas para todos os outros, somente é visível uma marca. Um símbolo que lhe prendeu na representação de tudo que ela não poderia ser ou fazer. E agora, ele veste a opressão que sofreu. O silêncio que te aprisionou. A sua prisão é o seu rosto. O silêncio que a atormentava agora assombra o pesadelo dos outros.

Elu diz que não fugirá do combate, enquanto Labirinto força a criatura a correr para longe mais uma vez. Porém, os dois ouvem o som de um motor se aproximando. Os dois veem o carro dos Couraças se aproximando, atropelando o Quibungo e o jogando para o chão. De dentro do carro, sai Ana, que sugere que os dois peguem carona com ela para fugir. Depois de um breve diálogo, os dois entram e partem para a base dos Couraças, com Ana dizendo que eles vão gostar de conhecer a líder, Escarlata.

No ferro velho, os portões são abertos por um gigante armadurado. Ao descerem do carro, Ana chama a líder da equipe. Jae vê Escarlata se aproximando com Miasma, o sacrifício da equipe. A líder apresenta os membros da equipe e leva os dois assassinos até o seu quarto. Na entrada, Jae encontra Torvo, marido de Escarlata, que pede para a assassina o matar. Ela promete que fará depois. Escarlata oferece uma bebida para os dois e eles começam a conversar, sobre os desejos deles, sobre a origem das armaduras dos Couraças e sobre a definição de justiça. Enquanto Labirinto sai, Jae e Escarlata falam sobre uma aliança entre as equipes por meio de uma caça, com a líder dizendo que a PSIKOLERA vem sido uma pedra no sapato da sua equipe. Ela chama Jae e Labirinto para dormir, e eles atendem ao chamado, decidindo que eles definiriam o que fazer no dia seguinte.

Episódio 6: "Decisão"

Os dois acordam e conversam com Escarlata, que age um pouco diferente de como agia no dia anterior. Depois de se despedirem dela, eles conversam sobre as suas memórias e encontram Ana, que os leva de volta para a base. Na base, eles se despedem dela e se reúnem. Eles se encontram com o resto da sua equipe, que notam seu comportamento diferente. O grupo troca informações sobre o que aconteceu no dia anterior. O time começa a conversar sobre as suas memórias. A conversa se torna uma discussão acalorada que termina com Jae dando uma facada em Henri, dizendo que ele é apenas o cachorrinho do grupo. O grupo decide se separar, com Aguiar, Jae e Labirinto indo até a budega para buscar recursos. No caminho, eles conversam sobre o que acontecerá no final do Hexatombe caso eles ganhassem para o bem ou fracassassem. Na budega, eles encontram Eloy, Caio e Cindy. A conversa é pacífica, apesar da líder da banda não gostar da ideia de se aliar aos Mascarados. Ela menciona uma menina loira andando próximo à casa de taipa, levando Aguiar a acreditar que é Cleo. Eles se dividem, com Aguiar, Jae, Caio e Cindy indo em direção ao circo.

Na casa de taipa, os assassinos se despedem do músico e vão investigar o local. Ao entrar, Jae é emboscada e atacada por Cleo, que aponta a arma para Aguiar e afirma que sabe que ele é o Mutilador Noturno. Eles a desarmam e Aguiar tenta convencê-la de que ele não é a pessoa que ela conhecia e tenta explicar sobre a troca de corpo. Os dois percebem que ela não vai ouvi-los e, na primeira oportunidade, ela foge com suas armas. Eles investigam a casa, conversam um pouco e decidem ir até o Ferro Velho. No meio do caminho, eles ouvem um grito de uma mulher, mas Aguiar decide não investigar.

Na base dos Couraças, eles se encontram com Escarlata e vão até o quarto. Aguiar se junta a Escarlata, flertando com a líder dos Couraças antes dos dois caírem em um momento íntimo e amoroso, junto com Jae. Após algumas horas, Ana retorna à base, e como prometido por Escarlata, ela trata os ferimentos de Jae e Aguiar, e logo em seguida, leva os dois até a mansão. No final da tarde, o grupo todo se reúne e discutem com qual grupo vão se aliar na inevitável guerra entre Couraças e PSIKOLERA. A votação fica empatada, com Jae votando para se aliarem aos armadurados, mas o voto de desempate vem de Henri, confirmando uma aliança com a PSIKOLERA. O grupo decide partir apressadamente para o circo, já que eles precisam montar um plano para a guerra que vem a seguir.

Episódio 7: "Consequências"

Eles chegam ao circo e encontram a banda preocupada com os ferimentos de Franco, que havia sido recentemente ferido pelo carro dos Couraças. Os dois grupos interagem brevemente e vão até o picadeiro para decidirem os próximos passos. Eles trocam informações e discutem os próximos passos. Os dois grupos decidem quais membros vão para a guerra, com Jae, Aguiar, Kemi, Labirinto, Cindy, Eloy e Caio indo para a luta por estarem em melhores condições. Eles partem para o Ferro Velho.

Chegando perto do penhasco que leva à base dos Couraças, eles ouvem o som de veículos se aproximando, fazendo com que todos do grupo se escondam. O carro de Ana e a moto de Chispa começam a passar pelo caminho em que eles estavam. O carro é parado por Aguiar e Eloy. Jae abre o capô do carro, encontrando uma dinamite. Elu ataca Chispa, que se liberta do ritual conjurado por Labirinto e foge. Ela tenta tomar controle do carro, mas precisa da ajuda do Aguiar para conseguir. Todos entram no carro e partem em direção ao Ferro Velho.

E então, acontece. O céu é tomado pelo vermelho escarlate. O sino badala. Uma guerra de Intenções começa agora, e a Coroa de Espinhos demanda resoluções. As intenções de Jae estão conectadas com as da Escarlata. A assassina começa a marcar o campo de batalha todo com vários Xs. Elu veste seu capuz mais uma vez, se tornando o X. Ele cria uma armadilha aos pés de Ana, que lutava com o Mutilador Noturno, porém, após isso, é controlada por Escarlata, que a força a atacar o seu aliado. Pouco tempo depois, Labirinto mata Miasma realizando mais um sacrifício e, efetivamente, terminando a luta. Em seguida, ele usa seu ritual de Tempestade Caótica para carbonizar Escarlata, deixando o X enfurecido, que ataca e fere Labirinto bastante. Ele usa seu ritual de Labirinto Abissal e força o assassino a andar até a garagem, enquanto reflete sobre tudo o que aconteceu. Ele, sem seguida, vai até a garagem para se encontrar com o assassino.

Jae, agora sem capuz, começa a chorar e a recobrar suas memórias, enquanto os dois têm um momento reconfortante. Eles veem Argano levando Escarlata até as camas. Jae, ao tentar interagir com ele, é atacada e ferida gravemente. Os assassinos ateiam fogo no dormitório e decidem retornar para o circo. Lá, eles se deparam com os corpos dilacerados de Franco, Alê e, principalmente, Dalmo. Henri, apavorado, se aproxima e diz que eles foram atacados pelos Vampiros, que foram em busca de vingança pela morte de Sabara. Depois de uma breve discussão, eles decidem voltar para a mansão para darem a Dalmo um enterro apropriado.

Os assassinos pegam o carro dos Couraças e decidem ir até a mansão para enterrar o corpo de Dalmo lá. No caminho, o grupo discute um pouco sobre o que poderiam ter feito para que nada disso tivesse acontecido, com Henri dizendo que mesmo parecendo impossível, eles conseguirão dar um jeito. Após o enterro, eles decidem entrar na casa para descansarem, mas a veem vazia e bagunçada, com arranhões nas paredes. Eles encontram um bilhete escrito por Pomba embaixo de uma das camas, dizendo "Tem alguém aqui".

Episódio 8: "Culpa"

O grupo começa a averiguar a casa, mas é informado por Labirinto que foi Cristino que entrou na mansão enquanto os assassinos estavam fora e sequestrou o colega de equipe deles, avisando que não é para se meterem no caminho dele. O grupo, por estar exausto, decide dormir e procurar por respostas amanhã. Na manhã do quarto dia, Jae é a primeira pessoa a acordar, chacoalhando Labirinto e o chamando para uma conversa a sós fora da mansão. Eles conversam sobre memórias que receberam durante o sono, enquanto percebem algo diferente: a vegetação da área começou a ficar mais avermelhada, com uma névoa vermelha envolta. Jae pergunta sobre o desejo sincero de Labirinto para o final do Hexatombe, em troca da sua própria verdade sincera. Eles trocam uma conversa emocionada enquanto os outros do grupo acordam. Todos discutem os próximos passos e decidem que Jae, Aguiar e Henri vão com o carro dos Couraças até o bunker. No local, eles investigam brevemente e percebem que a porta do bunker precisa ser aberta com uma força imensa, então eles usam a força do carro dos Couraças para abri-la.

Dentro do bunker, eles realizam uma rápida investigação em um quarto e depois seguem em um túnel, descobrindo estarem em uma caverna gigantesca. Os três descem a caverna aos poucos, em algumas partes dando pulos perigosos, e investigando algumas salas específicas. No fundo da caverna, eles encontram Cristino segurando uma peixeira e lentamente cortando Pomba, usando seu sangue para abrir uma porta com um símbolo circular e triangular. Eles tentam negociar com o cangaceiro para que o seu colega fique vivo, mas Cristino dá um prazo: eles têm até meia-noite para trazer alguém, senão Pomba morre. Os três partem apressadamente para a sua base. Na mansão, eles se encontram com seus companheiros e Eloy e contam tudo o que aconteceu. Eles montam o plano de ir até o circo, sequestrar Caíto e entregá-lo ao cangaceiro. Com isso, todos entram no carro e vão até o circo.

No circo, Jae parte em direção do picadeiro atrás de Aguiar e Eloy, que imobilizam Cindy e Caio, respectivamente. O plano começa a desandar quando Jae ataca a baixista, enfurecendo o baterista dos PSIKOLERA, que começa a espancá-lo, sendo salvo por Labirinto posteriormente. Apesar dos problemas, o grupo consegue sequestrar Caíto e fugir do circo, em direção ao bunker. Lá, eles apressadamente levam o sacrifício até Cristino. Aguiar joga o jovem aos pés do cangaceiro, que cumpre sua promessa e liberta Pomba. Em seguida, ele puxa a sua peixeira e mata o sacrifício dos PSIKOLERA. O sino badala. Todos sentem a intenção do estigma da Coroa de Espinhos preenchendo eles. Pomba, à beira da morte, é salvo por Kemi, que também salva Eloy depois porque ele ficou gravemente ferido por se tornar um desertor. Todos decidem ir embora, com Jae ficando parada olhando com fascínio para a porta que começava se abrir. Mas, então, o sino badala mais uma vez, anunciando a morte de outro sacrifício em outro lugar, o que significa que um dos estigmas da Coroa de Espinhos agora possui um novo herdeiro.

Habilidades

Assassinato Furtivo: Quando atinge um alvo desprevenido ou que esteja flanqueando, o usuário pode gastar 2 PD para causar +3d8 pontos de dano.

Zona dos Sussurros: Gastando 3 PD, o usuário marca uma área com "X". Nessa área, recebe +5 em testes de ataque, não sofre penalidade em Furtividade após ações chamativas e melhora dano do assassinato.

Punhal X: Ao atacar usando o Punhal X, Jae pode gastar 2 PD para deixar o alvo desprevenido, e em caso de sucesso no ataque, o alvo fica cego por 1 rodada.

Capuz de X

Ao colocar o capuz, Jae tem suas habilidades melhoradas.

Assassinato Furtivo: Quando atinge um alvo desprevenido ou que esteja flanqueando, o usuário pode gastar 2 PD para causar +6d8 pontos de dano.

Zona das Sombras: Gastando 2 PD, X faz uma armadilha de Conhecimento, essa armadilha ocupa uma área de 3 metros de raio, para detectar a armadilha é necessário fazer um teste de Investigação ou Ocultismo, quando a armadilha é ativada ela causa 6d6 de dano de Conhecimento, ficando cego por uma rodada e surdo pelo resto da cena.

Arsenal

Faca de Jae em Natal Macabro
Punhal X
Uma faca com o cabo preto e a guarda amarela, possui uma lâmina longa com um recorte na parte superior traseira.
Pochete de perna Uma pochete de perna que proporciona mais 1 de capacidade de carga

Trilhas Sonoras

Lista de músicas-tema de Jae-Yoon tocadas nas campanhas de Ordem Paranormal:

  • X: Música-tema do personagem em Natal Macabro.
  • Sshhh...: Música-tema de perseguição de Jae-Yoon em Natal Macabro.
  • Duelo Macabro: Música-tema de combate contra Jae-Yoon em Natal Macabro.

Curiosidades

  • Jae era uma pessoa não-binária e pode ser referida por qualquer pronome.[8]
    • Jae foi originalmente concebida como uma personagem de gênero indefinido, até que Bif, um dos roteiristas de Natal Macabro, sugeriu colocá-la como uma pessoa não-binária para trazer essa representatividade ao especial.[9] Posteriormente, foi revelado que o motivo era para que quem escolhesse a personagem em Hexatombe tivesse a liberdade de interpretá-la da forma que achasse melhor.[10]
  • Jae odiava cachorros.
  • Cellbit fez cosplay de Jae-Yoon para o final/3ª parte de Natal Macabro.
  • Jae é inspirada no personagem Ghostface da franquia Pânico.[11]
  • Durante a escolha de personagem em Hexatombe, Jae, junto de Kemi, foi classificado como uma personagem de dificuldade "média".[12]
  • Durante a escolha de personagens, Jae foi disputada por Bagi e Cereaw, com Bagi se sobressaindo.
    • Na ocasião, foi revelada uma das palavras que determinam as intenções de Jae: "silêncio".
      • Na primeira edição dos Arquivos Secretos, foram revelados as outras palavras de intenção de Jae: Vaidade, decepção, segredo, orgulho, vergonha.

Galeria

Aparições

Episódios Aparições
Natal Macabro - Episódio 1 - "Parte 1" Desenho
Natal Macabro - Episódio 2 - "Parte 2" Aparição completa
Natal Macabro - Episódio 3 - "Parte 3" Presente
Hexatombe - Episódio 1 - "Receptáculo" Presente
Hexatombe - Episódio 2 - "Portal" Presente
Hexatombe - Episódio 3 - "Um Novo Começo" Presente
Hexatombe - Episódio 4 - "Máscara" Presente
Hexatombe - Episódio 5 - "Encontro" Presente
Hexatombe - Episódio 6 - "Decisão" Presente
Hexatombe - Episódio 7 - "Consequências" Presente
Hexatombe - Episódio 8 - "Culpa" Presente
Hexatombe - Episódio 9 - "Banho de Sangue" Morte

Referências

  1. Jae dizendo em Hexatombe - Episódio 8 (assistir no YouTube em 31m55s) que tem a mesma idade que Pomba, que tem 20 anos.
  2. Hexatombe - Episódio 1 (assistir no YouTube em 05m38s)
  3. Natal Macabro - Episódio 2 (assistir no YouTube em 2h30m48s)
  4. Sua primeira aparição em Natal Macabro - Episódio 2 (assistir no YouTube em 1h54m40s)
  5. Morte de Mike em Natal Macabro - Episódio 2 (assistir no YouTube em 4h15m00s)
  6. Morte de Lucio em Natal Macabro - Episódio 2 (assistir no YouTube em 4h24m31s)
  7. Twitter. Tweet de 🩸 rarinha (26 de outubro de 2025)
  8. Natal Macabro - Episódio 3 (assistir no YouTube em 1h45m11s)
  9. Twitter. Tweet de Bif / Bibs (31 de dezembro de 2024)
  10. Twitter. Tweet de Stefano P. (05 de novembro de 2025)
  11. Youtube. Eu e o Bif contando tudo sobre #NatalMacabro. Consultado em 16 de janeiro de 2025.
  12. Twitch. Clipe "Dificuldade dos Assassinos" de cereaw. Capturado em 26 de outubro de 2025.