Ordem Paranormal Wiki
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Habitar um corpo que não pertence a você tem consequências. Um corpo é manchado pelas cicatrizes que não podem ser desfeitas.

Mestre[1]

Máscara é o quarto episódio de Hexatombe. Teve sua exibição em 15 de novembro de 2025.

Sinopse[]

Entre discussões, confusões e revelações, os assassinos se dividem para proteger a base, arrumar recursos e criar alianças com as outras equipes.

Sumário[]

Após levarem o jovem garoto até sua base, os assassinos e Henri começam a fazer perguntas para Pomba, ao mesmo tempo em que tentam acalmá-lo após ele ver a sua equipe ser devorada pelos Vampiros. Ele diz que sua equipe havia pensado em debandar durante o dia para pegar informações das outras equipes e voltar para seu acampamento para juntá-las, e no caos de questionamentos da equipe, Labirinto grita para todos, pedindo urgência para tratar o ferimento do tiro de Kemi. Ao vasculhar a mochila do Pomba, Jae encontra algumas bandagens, além de algumas sucatas, pegando para sua equipe e entregando as bandagens para Labirinto aplicá-las. O Pomba, após se acalmar um pouco, diz que ele esperava que os assassinos estariam no Hexatombe, mas que estariam usando suas máscaras, além de também explicar que o Harpia era o líder do seu grupo, que seu sacrifício era uma mulher insuportável, e que quando menos esperavam, quatro vampiros chegaram no acampamento e começaram a devorar o seu grupo. Ele diz que os vampiros ficam em uma igreja localizada no nordeste. O grupo pensa em não matá-lo por enquanto, enquanto ele diz que se um deles morrer, ele pode servir como substituto, apesar de Henri não prometer nada. Enquanto Jae e Kemi vão para um canto discutir sobre a prioridade do grupo em sobrevivência e Dalmo e Labirinto discutem sobre levarem mais a sério as coisas que estão presenciando, Aguiar tenta acalmar Pomba, que desmaia pelo cansaço e fica deitado na mesa. Mas enquanto Dalmo e Labirinto discutem, ao mencionarem novamente a Ordem, isso atrai a atenção de Henri, que questiona a relação dos assassinos com o grupo e diz que ele conhece a Ordem há um bom tempo, mencionando um nome que causa um calafrio em Labirinto: Veríssimo. E habitar um corpo que não pertence a eles traz consequências. Um corpo é manchado pelas cicatrizes que não podem ser desfeitas.

Labirinto se encontra mais uma vez na imensidão do fluxo do Outro Lado. As vozes não param de sussurrar as verdades. Ele vê na frente dele uma porta se fechando, sinos tocando à distância. Um caminho esquecido. Abandono. Vazio. Mais uma vez ele se vê percorrendo o labirinto de sua própria criação, nunca buscando pelo final dele. Nunca buscando escapar, mas sim buscando a origem. A cada nova curva, a possibilidade do impossível. E eventualmente, andando por lá, ele vê uma bifurcação. De um lado, um rastro de sangue, fazendo seus dedos tremerem, chegando em seu coração. Sentindo uma pilha de corpos no chão, com um homem parado no corredor. Um homem que destruiu ou salvou a sua vida. Assustado, ele questiona quem tá ali na frente, se afastando um pouco, enquanto Dalmo tenta se desculpar em abordar o assunto e trazer os sentimentos dele à tona. Ele pede pra ficar sozinho, enquanto Jae demanda respostas a Henri, que tenta retribuir com um beijo seguido de uma mordida. Ele dá um soco em Henri, demandando saber quem é Veríssimo, enquanto Dalmo e Aguiar separam os dois. Henri se maravilha em saber que ele é o único que sabe algo entre o grupo, ficando até feliz em saber sobre Agatha e ressaltando que por ele ser o sacrifício, ele deve ser protegido pelo grupo. Henri tenta sair da casa, e ao ser puxado de volta, ri mais uma vez ao provar seu ponto. Enquanto isso, no andar de cima, Kemi deixa Labirinto sozinho, e o ocultista começa a visualizar o labirinto que havia desenhado, ficando confuso com o nome Veríssimo.

Ela desce até o andar de baixo, presenciando a discussão da equipe com Henri. Ele explica que ter citado o nome de Veríssimo não foi algo proposital para deixar Labirinto confuso e explica que ele é o líder da Ordem. Os assassinos ficam discutindo sobre o que aconteceu com seus corpos, suas mentes e o que realmente aconteceu com eles. Depois, eles se dividem para descansar, com Aguiar subindo para chamar Labirinto para descansar e o resto dormindo no andar de baixo, com Henri tentando dormir em cima de Dalmo. No andar de cima, antes de dormirem, Aguiar e Labirinto discutem sobre o que os espera fora do Hexatombe, ao mesmo tempo em que Labirinto conta que o nome Veríssimo tem relação com algum tipo de memória, como se a pessoa com esse nome tivesse matado pessoas importantes para o Labirinto, e que sua primeira experiência com o paranormal havia sido com a droga Rubra. Aguiar também conta que suas memórias do passado retratam ele muito jovem vendo a Ordem chegar muito tarde para salvar quem ele amava.

O segundo dia do Hexatombe chega. Jae desperta e percebe que Pomba não estava mais na mesa, mas sim escorado em uma pequena escrivaninha, colocando o mapa na parede e vendo suas anotações. Enquanto discute com ele, Kemi dá um grande grito de bom dia, acordando Dalmo e Henri no andar de baixo e Labirinto no andar de cima, que acorda Aguiar com sua antena. Pomba revela que eles roubaram a oportunidade de outro grupo que também havia feito um tributo, mas que foi afetado pelo gás sonífero da equipe dos Pássaros, além de dizer que muito provavelmente a tal Coroa de Espinhos que almejam é uma espécie de sino, mas também o nome da área onde eles estavam, em meio aos estados do Nordeste, e que quem sai dessa área automaticamente se torna um desertor. Ele explica onde cada grupo participante do Hexatombe fica: os assassinos estão na mansão; os Transtornados no mercado central; os cultistas com veículos, apelidados de Couraças, em um ferro-velho; a banda PSIKOLERA em um circo; os Vampiros na igreja; além da sua própria equipe, os Pássaros, no acampamento. Ele diz que a prioridade de aliança dos Pássaros eram os assassinos, os Couraças ou o PSIKOLERA, já que eles não viam os Transtornados como um grupo forte. O grupo então começa a se dividir sobre quem vai ficar na base e quem vai à caça, além de discutir os outros pontos de interesse desenhados no mapa. No fim, Labirinto, Jae e Pomba ficam na base, enquanto Dalmo e Kemi decidem ir para o ferro-velho passando pelo mercado central, enquanto Aguiar e Henri vão para o acampamento dos Pássaros.

Dalmo e Kemi começam a passar pela mata, até que Dalmo tropeça em um buraco tentando chutar algumas toras de madeira, rolando pelo barranco e tombando no chão. Pouco tempo depois, eles conseguem chegar no mercado central, vendo uma ponte construída ao lado levando a um caminho não-explorado. Eles passam por ela e começam a investigar as casas daquele lado, encontrando três águas em uma cisterna próxima e percebendo uma casa reformada do outro lado, provavelmente a base dos Transtornados. Os dois ficam discutindo sobre os objetivos das pessoas dos seus corpos, e ao citarem a Coroa de Espinhos para ser usada para tratar a filha de Dalmo, eles são surpreendidos por Giovanni, que os convida a entrar na base. Ao olhar para Dalmo, ele pensa em deixá-lo para fora, para evitar problemas, pois assim que Mosto o vê, ele se descontrola, lembrando de Dalmo ter sido quem o derrotou e o desfigurou na arena. Mas Giovanni pede para Mosto ficar quieto, e o grandalhão acata o pedido, se afastando e deixando a dupla entrar na base. Assim que eles chegam, o sacrifício do grupo dos Transtornados surge: Nando, alguém que Giovanni esperava não aparecer e ficasse escondido. Ele diz que é o maior apostador da arena que Dalmo participava, e que apostava muito nele. Ele também revela que enquanto estiver de dia, os sacrifícios não podem ser mortos, e que se eles morrerem durante o dia, o Estigma se transfere para quem o matou, fazendo ele ser o novo sacrifício. Kemi oferece uma água para Giovanni em troca de informações sobre os Couraças, e ele fala que o grupo fez um tributo atropelando muitas pessoas e trouxeram seus veículos juntos. Ele também diz que o grupo é feito majoritariamente por espanhóis, com exceção de uma mulher brasileira; que eles parecem estar em um relacionamento poliamoroso; que suas armaduras fazem parte dos seus corpos; e que em uma análise de campo, eles são mais fortes que o PSIKOLERA. Ele também dá uma informação grátis sobre os Vampiros, dizendo que foram eles quem mataram o primeiro sacrifício e possivelmente eles só saem se ninguém realizar um sacrifício, já que ninguém do grupo anda durante o dia. A dupla também troca mais um recurso por uma informação do PSIKOLERA, e Giovanni diz que alguns membros fazem música por amor, mas alguns almejam muito mais, e que eles não conseguem performar direito sem suas máscaras, mudando completamente de atitude sem estar usando elas. No começo da negociação com a banda, Giovanni percebeu que nem todos os membros aprovavam a ideia do Hexatombe, mas rapidamente eles resolveram isso. Ele diz que sua estratégia agora é se proteger e buscar recursos, e assim Dalmo e Kemi sentem que já é hora de partir, ao verem Mosto furioso se segurando. A dupla discute sobre o que fazer agora, atravessando a ponte e decidindo ir ao circo, onde a banda PSIKOLERA estaria.

Ao mesmo tempo, Henri e Aguiar abrem caminho pela mata para chegar ao acampamento dos Pássaros. Henri, a princípio, não percebe uma cobra rastejando no chão tentando lhe picar, mas assim que ela tenta, ele desvia. Aguiar tenta pisar nela, mas Henri puxa sua faca e dilacera o animal. Andando mais para frente, eles encontram diversas casinhas, onde Aguiar tenta encontrar recursos, mas não consegue achar nada. Olhando as escritas nas casas e uma planta próxima, Henri sente algo familiar, como se a planta tivesse amaldiçoada, mas que por algum motivo, ela estaria relacionada a Giovanni. Ele reconhece a planta como um jericó e pega ela, pensando que ela talvez seja útil. Mas enquanto os dois conversam, eles ouvem sons de tiro ao longe, no caminho logo a frente deles. Com mais cuidado, eles continuam andando, ouvindo os tiros ficarem cada vez mais altos. Eles se aproximam e veem, na distância, uma cena peculiar: um carro parado no meio da estrada, com duas pessoas ao lado. O jovem que Aguiar havia visto no dia anterior, matando Tarrafa e uma mulher alta, com cabelo loiro raspado e armadura, como se estivessem tomando cobertura do carro, enquanto tentavam se proteger dos tiros que vinham do cânion em cima. Ao olharem para cima, Aguiar vê um rosto familiar: Cindy, tentando acertar a dupla, ao mesmo tempo que ela dança. O jovem da hand bike acelera em direção à colina, desviando dos tiros, enquanto Cindy se afasta do cânion. Aguiar e Henri tentam discutir o que fazer, até que a mulher armadurada os percebe graças à voz alta de Henri, e começa a andar em direção a eles. Ela segura uma maça em uma mão e uma espada na outra, pedindo para que os dois se revelem na frente dela. Eles conhecem Ana e começam a conversar sobre o que estavam fazendo e tentam trocar informações com ela, que diz que sua líder, Escarlata, está disposta a fazer alianças com outros grupos, e que os Vampiros seriam o grupo mais perigoso no evento. Ana também fala sobre como ela estava tentando se proteger com Chispa, o jovem da moto, que rapidamente retorna e entra na discussão, sugerindo que a dupla se encontre com Escarlata, pois ela é uma mulher incrível, e que quando for possível, para eles irem até o ferro-velho. Logo, Chispa sai em disparada, empinando sua moto, e Ana fica aliviada em ver gente amigável, enquanto leva Henri e Aguiar até o capô do carro, dando uma água e algumas sucatas para ele. Ela agradece a aliança com os dois e sobe no carro, disparando junto com Chispa. A conversa em geral foi bem amigável e gentil. Henri e Aguiar discutem sobre o que fazer depois com os Couraças, com Aguiar pensando se é realmente algo genuíno ou uma armadilha deles. Assim, eles continuam a andar até o acampamento.

Ao mesmo tempo, Labirinto, Jae e Pomba começam a fazer as melhorias de sua base, com Labirinto fazendo um conserto rápido da geladeira e Jae consertando o filtro de água. Pomba discute sobre o porquê dos assassinos não serem eles mesmos, e que seu amigo, o Harpia, tinha informações diferentes sobre a equipe, e Jae revela que eles são outras pessoas dentro do corpo dos assassinos. Pomba também fala sobre como seu grupo se dividia para achar as informações sobre o Hexatombe, com ele sendo o cartógrafo, Coruja sendo a historiadora, o Corvo sendo o ocultista do grupo e o Harpia sendo o líder. Labirinto e Jae explicam que o objetivo do grupo é impedir o evento e descobrir uma maneira de parar o evento de forma definitiva, o qual Pomba fica interessado para saber se ele, pelo menos, consegue sair vivo. E então, de repente, alguém bate na porta. Jae pede para Pomba se esconder, e assim que ele se esconde, Jae vai até a porta, com Labirinto segurando a antena em caso de algo acontecer, mas logo, ele vai até a porta da esquerda, vendo pela janela um homem com roupas e chapéu de cangaceiro, com uma lamparina na cintura e uma grande espingarda nas costas. Quando a porta se abre, ele diz que agora é um bom momento para conversar, entrando despretensiosamente na base e sentando na mesa de jantar. O homem se apresenta como Cristino e diz que ele não tem intenção alguam de participar dos jogos, e que sua única meta é caçar uma enorme criatura, que roubou algo dele e que só aparece de noite. Ele oferece um acordo para a dupla: ajudá-lo a fazer uma armadilha nessa noite para pegar a criatura em troca da própria ajuda no evento. Ele diz que acenderá uma lamparina na colina e que talvez precise de três pessoas para ajudá-lo, pois a criatura é lazarenta o bastante para ser perigosa. Após o acordo, ele sai da casa, dizendo que acredita em algumas coisas. Assim, Labirinto, Jae e Pomba discutem sobre o que vão fazer com essa oferta, enquanto Labirinto e Jae discutem sobre suas memórias.

Voltando para Dalmo e Kemi, após uma grande caminhada no deserto, eles chegam em um grande toldo, com o circo no horizonte. Eles veem o letreiro colorido do circo pichado com o logotipo do PSIKOLERA, e dentro, eles veem os membros do grupo andando, que são atraídos quando Kemi grita por Cindy. Franco, sem a máscara, os recepciona e chama Eloy para conversar junto, falando sobre como eles são bem diferentes do que aparentavam. Em troca de algumas informações, Eloy sugere que os dois joguem alguns dos jogos espalhados pela área do circo. No primeiro, de dardos, Kemi mostra maestria e acerta dois dardos no centro e um bem próximo do meio. No segundo, de medidor de força, Dalmo dá um soco com sua manopla, e a maldição de Energia nelas faz com que o medidor quebre, o que realmente impressiona Eloy, mas ele diz que para concordar com a aliança, eles devem passar pela tenda de leitura de mão, onde Alê os espera. Kemi a elogia e ele abre um leve sorriso antes de estender suas mãos para ler a mão de Kemi. E então, ela fala palavras relacionados com Kemi: Mercenária... ambição... solitária... vingança... ganância... dinheiro... trauma. E assim que ele fala "trauma", Kemi se vê mais uma vez na imensidão do fluxo do Outro Lado. Ela é apenas alguém, mas as vozes não param de sussurrar verdades. Habitar um corpo que não te pertence tem consequências. Ela escuta o som do vento batendo. O som das vozes e dos carros na distância embaixo. Ela está no telhado de um prédio, pronta para abater o próximo alvo. Só mais um saco de dinheiro. Ela aperta o gatilho. O corpo cai. Pessoas correm para todos os lados. O desespero. O corpo continua caindo... e caindo... e de quem é a culpa? É dela? É dele? Ela tira o olho da mira, e atrás dela, uma porta aberta. Uma criança parada a observa, perguntando "Mamãe?". O corpo continua caindo, enquanto Kemi sai do transe, gritando por sua filha. Enquanto Dalmo tenta acalmá-la, ela tenta entender: será que ela matou uma criança? Será que ela matou a própria filha? Ela diz que precisa de um tempo para pensar, lembrando de quando Dalmo havia falado da sua filha e se sentindo com culpa. Eloy deixa o momento passar e quando se aproxima, ele diz que por ele, o grupo já é aliado deles. E então, Eloy leva a dupla até a tenda principal, onde eles veem uma enorme bola da morte no centro, onde uma pessoa está lá: Caíto Rocha, que usa uma das camisetas da banda, mas com uma atitude arrogante, exigindo água de Eloy. Pra ele, nada importa muito, já que ele não é um fã, nem conhece direito a banda. Indo até a parte de trás, Eloy entrega camisetas e discos da banda para a dupla, que fala para a banda tomar cuidado com os Vampiros. Os dois saem, com Eloy e Franco se despedindo de forma alegre e Alê, com uma cara triste, mas se compadecendo com Kemi.

Voltando para Aguiar e Henri, os dois conversam sobre o primeiro contato de Henri com o Sangue, o qual ele revela que desde seu nascimento, ele esteve conectado. Mas assim que eles chegam em um portão, eles percebem que mesmo com o céu claro e o sol escaldante, uma névoa enorme os impossibilita de ver à frente. Aguiar percebe diversas pegadas de 8 a 10 pessoas à frente, algumas com sapatos e outras descalças, o qual ele reconhece como as pegadas da última noite: as dos Vampiros e as dos Pássaros. Eles percebem uma fogueira acesa no acampamento, e ao se aproximarem, eles veem uma visão infernal: sangue jorrado para todo lado, objetos jogados para todo canto, mas o mais importante: cabeças e membros de corpos presos em estacas. Uma mensagem dos Vampiros. Os dois decidem investigar o mais rápido possível antes da noite chegar, percebendo que algumas das cabeças possuem adornos de pássaros consigo. Henri encontra uma anotação dos pássaros, falando sobre como os sacrifícios funcionam, que se eles morrerem durante o dia, seu estigma é transferido para quem o matou, para quem tiver vinculado a ele ou outro participante vivo. Eles também anotaram sobre os Vampiros, que são de origem eslava, mas que não tinham informação alguma de seu sacrifício. Henri também encontra mais uma estatueta do Serafim Vermelho, pensando em usá-lo como um catalisador para melhorar seus rituais. Eles também acham anotações sobre os Couraças, entendendo que o grupo deles também tem alguém parecido com Dalmo, e em outra cabana, eles encontram anotações sobre o PSIKOLERA, onde Henri percebe que o sacrifício deles possui o estigma em sua testa e que a pessoa parece muito um padre, lembrando de alguém que talvez gostaria dessa conversa. Ao verem pegadas indo para o lago, eles olham para uma mesa ao lado e encontram uma anotação sobre o grupo deles, com Aguiar percebendo que Pomba sabia muita coisa sobre eles só de olhar uma vez. Assim, Henri tenta pensar no porquê dos Vampiros terem deixado Pomba com vida, a não ser que o jovem fosse rápido o bastante para fugir ou se ele ficar vivo tivesse sido proposital. Enquanto analisa as pegadas e deduz o que aconteceu, Aguiar começa a ter calafrios ao se aproximar do lago. Pois habitar um corpo que não te pertence traz consequências. Ele se vê novamente na imensidão do fluxo do Outro Lado. A voz não para de sussurrar verdades. Ele sente a água entrando nas suas narinas. As correntes lhe prendendo. A sua mestra lhe treinando para o seu grande momento. O que é pior: ela ou os seus pais? Ela estava preparando ele para servir a quem realmente importa. O sentimento da inocência arrancado dele. Uma infância inteira roubada. Sempre contando os segundos na sua cabeça. Quantos segundos ele iria resistir daquela vez? De olhos fechados, o tempo parecia nunca passar enquanto o sangue escorria. Ao abrir os olhos, encarando de volta, a sua única luz. A sua irmã, Elisa. Pelo menos ela não precisa viver esse inferno. Ele só precisa continuar servindo corretamente. Ele grita o nome da irmã enquanto Henri tenta acalmá-lo, enquanto Aguiar conta sobre ter lembrado da sua infância, de que seus pais faziam rituais para espalhar o Medo, que havia sido usado pelo Medo como um instrumento, e que sua irmã era sua única luz em meio a todo aquele inferno. Ao ouvir isso, Henri chora uma lágrima de sangue ao também se identificar com ele, dizendo que todos eles irão pagar por terem sido usados como ferramenta. Assim, ambos rumam de volta para a mansão.

E voltando para ela, após várias horas conversando com Pomba, na distância, Labirinto escuta sons de tiro e sons de carro na direção que Aguiar e Henri foram. As horas se passaram e chegando no entardecer, até agora ninguém voltou. Enquanto esperam, Pomba conta sobre como escolheu o seu nome, se identificando com Labirinto e dizendo que quando você mesmo escolhe seu nome, você se sente livre. Preocupados com o grupo, os dois pedem a ajuda de Pomba para ir procurá-los, mas quando ele olha para a porta, ele vê que não é necessário, pois Dalmo e Kemi já estão chegando, carregando os brindes do PSIKOLERA. Eles falam sobre a troca de recursos e informações com Giovanni, com a banda e sobre os Couraças. Temendo que os Couraças possam ser uma ameaça após ouvirem os tiros e os motores dos carros, Pomba dá um binóculo para Jae, enquanto ela e Labirinto contam sobre o cangaceiro ter feito uma visita a eles e a oferta que ele deu para o grupo. Quando eles sobem para o andar de cima, Kemi conta mais sobre seu passado como agente, de que não gostava de ir caçar animais com seu pai e sentia culpa em comê-los. E então, ao usar seu binóculo, ela começa a olhar o cânion na direção em que Aguiar e Henri foram. E voltando para os dois, Henri e Aguiar andam juntos, e assim que eles se aproximam das casinhas onde haviam encontrado Ana e Chispa, Henri percebe algo estranho no topo das colinas: uma figura no meio de dois amontoados de pedra. Uma mulher os observando, enfiando algo no chão e descendo, arranhando a parede de pedra com uma faca e pousando na frente deles. Ela caminha na direção dos dois, enquanto Aguiar pede para Henri ficar para trás. O sobretudo vermelho, as diversas facas espalhadas no corpo, uma bandana, um óculos com lente vermelha, cabelos trançados e roupas chiques. Ela, Sabara, demanda tudo que eles tiverem, e se eles não entregarem, eles morrem. Ela puxa uma espada e uma faca, dizendo que essa é a última chance dos dois. Temendo por suas próprias vidas, os dois decidem entregar suas águas e comidas, enquanto Henri tenta fazer um símbolo escondido e Sabara checa as coisas de Aguiar na sua mochila. Tentando gastar mais tempo, Aguiar tenta fazer ela poupá-los, pois o Hexatombe está apenas começando, enquanto Henri termina seu ritual. Sabara demanda que Aguiar entregue tudo para ela, de joelhos, e ao entregar, ela guarda sua faca e retira sua bandana, revelando seus olhos completamente arrancados e sua boca cheia de dentes: uma vampira. Ela puxa sua espada e a coloca em frente ao pescoço de Aguiar, e então Henri usa seu ritual de Perturbação, mandando Sabara largar sua espada. Mas o que ela realmente larga é a mochila, assim usando a espada para cortar o pescoço de Aguiar. Henri usa mais uma vez o seu ritual e ela larga a espada, enquanto Aguiar tenta usar a espada, errando o golpe. Sabara avança contra Aguiar e morde ele, saboreando o sangue do Mutilador Noturno, e Henri tenta atacá-la com sua faca, causando um dano considerável. A vampira percebe o sol se pondo e olha para Henri, percebendo que ele é o sacrifício do grupo. E então, Aguiar, sentindo a sua vida passando por seus olhos, sente que é a hora. Ele porta a sua máscara, voltando a ser o Mutilador Noturno. O seu verdadeiro rosto traz uma fome insaciável. Um formigamento queimando todo seu corpo. Ele segura a espada com ainda mais força. Sua respiração, mais ofegante. Picos de adrenalina. Mais força. É hora de limpar a sujeira impregnada no mundo. Quantos segundos ele acha que ela vai aguentar? Ele olha para a vampira, rosnando, ansioso para ver quem é o mais animal entre os dois. Ele dá dois golpes seguidos em Sabara, um com a espada, o outro com seu machado. E em seguida, mais ataques, enquanto a vampira tenta revidar com diversas facas. Henri mais uma vez usa Perturbação, pedindo para que ela sente, enquanto Aguiar guarda a espada de Sabara nas costas e começa a girar na direção dela, acertando a vampira e a derrubando, e indo em direção a ela para socar e desfigurar a cara dela, matando Sabara e sentindo o sangue fluir cada vez mais em seu corpo. Henri começa a rir, lembrando dos grandes momentos de tortura que já havia passado e se identificando cada vez mais com a brutalidade da morte. E com a morte de Sabara, a noite chega. Eles pegam todos os itens da vampira, incluindo as águas e comidas que eles haviam entregado antes, e rumam de volta para a mansão, não antes de Henri deixar a cabeça de Sabara no caminho.

Os dois chegam na mansão, com os outros cinco percebendo Aguiar banhado em sangue e inferindo que ele tenha usado a máscara. Eles falam sobre o que aconteceu, como Aguiar teve que usar a máscara para poder sobreviver contra os vampiros, além de que também fizeram uma espécie de aliança com os Couraças e que investigaram o acampamento dos Pássaros, enquanto o resto do grupo fala sobre terem decidido que três deles iriam ajudar Cristino, e que Dalmo e Kemi haviam feito uma aliança com o PSIKOLERA. Ao perceber Pomba se afastando, Aguiar o segue para tentar confortá-lo ao vê-lo chorando, entregando a arma do Harpia que ele havia pego. Mesmo assim, Pomba recusa, e Aguiar entende a decisão, dizendo que eles irão matar todos os Vampiros e vingar os Pássaros. Assim, Pomba pega uma pena e começa a desenhar um enorme alvo no desenho da igreja no mapa, indicando que ele será o alvo principal. Enquanto isso, Jae usa seu binóculo para olhar as colinas, vendo um lampião aceso, mas acima de tudo, uma enorme silhueta vindo na direção da mansão: Mosto, com ódio. E então, os céus ficam vermelhos, com um enorme sino badalando. Chegou a hora do acerto de contas de Mosto e Dalmo.

Evidências e informações[]

Artigo principal: Documentos
Evidência Descrição
Sem Ilustração
Uma planta amaldiçoada pelo Sangue, um "Jericó Cruel" que se mexe sozinho. Foi encontrado por Henri no Cânion.[2]
Anotações codificadas realizadas pelo Corvo, sobre a Equipe Vampiros e os Sacrifícios. Localizado junto a documentação na cabana do Corvo, o Ocultista.[3]
Anotações codificadas realizadas pelo Harpia, sobre a Equipe Couraças e seus membros. Localizado junto a documentação na cabana do Harpia, o Estrategista.[4]
Anotações codificadas realizadas pelo Papagaio, sobre a Equipe PSIKOLERA e seus membros. Localizado junto a documentação na cabana do Papagaio, o Negociador.[5]
Anotações codificadas realizadas pelo Pomba, sobre a Equipe Mascarados e seus membros. Localizado junto a documentação na cabana do Pomba, o Cartógrafo.[6]


Elenco do episódio[]

Galeria[]

Referências[]

  1. 28m48s (assistir no YouTube)
  2. 2h23m30s (assistir no YouTube)
  3. 4h08m08s (assistir no YouTube)
  4. 4h14m50s (assistir no YouTube)
  5. 4h19m37s (assistir no YouTube)
  6. 4h25m16s (assistir no YouTube)
  7. Twitter. Tweet de Ordem Paranormal (15 de novembro de 2025)