Ordem Paranormal Wiki
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É um novo começo. Bem-vindos ao Hexatombe.

Mestre[1]

Portal é o segundo episódio de Hexatombe. Teve sua exibição em 1 de novembro de 2025.

Sinopse[]

Após descobrirem ser agentes da Ordem em corpos trocados, os "assassinos" se infiltram em um clube violento para investigar o "Hexatombe".

Sumário[]

Agatha se aproxima do grupo, revelando que eles não são os assassinos, mas sim agentes da Ordo Realitas que passaram por um Ritual de troca de corpos. Os donos originais dos corpos planejavam um ritual para matar seis pessoas, mas foram capturados. Ela explica que a perda de memória é um efeito colateral normal e que um evento importante, o "Dia da Lua de Sangue", ocorrerá em 7 dias, com a data tendo se tornado um "potencializador paranormal" por todo o misticismo envolvendo a Lua de Sangue na história. Agatha introduz o "Hexatombe", um ritual que exigirá um sacrifício por dia a partir do dia seguinte e concederá um desejo aos seus "vencedores", e explica que o objetivo do grupo, como agentes da Ordem, é se infiltrar na vida dos assassinos para descobrir mais sobre ele e os sacrifícios, que são desconhecidos pela organização.

Durante a explicação, Labirinto tem um vislumbre de um labirinto avermelhado. Ele tateia as paredes e encontra um rastro de sangue, seguindo-o até deparar-se com parte de suas memórias perdidas, recuperando-as. Labirinto volta a si e continua a escutar as explicações de Agatha.

Agatha também confirma para o grupo que a mestra de Aguiar, Lucina, está morta, e direciona os cinco a um informante da Ordem em um bar na Rua Henrique L., 9287.

Jae questiona sobre qual dos cinco havia morrido e Agatha afirma que eles preferem não saber da resposta.

Agatha indica que haviam mais coisas na caixa do galpão além das armas dos assassinos. O grupo se aproxima do caixote e pega as respectivas vestimentas e acessórios dos donos originais dos corpos. Antes de saírem do galpão, então, eles são advertidos por Agatha a não usarem os pertences por agora, por estarem impregnados com as "intenções macabras" dos assassinos.

Assim, o grupo sai do galpão. Aaron fecha a porta e entra na van da Ordem, saindo do local em seguida. Os agentes entram no ônibus de Dalmo e, ao sair da área do galpão, o motorista percebe Agatha dirigindo descuidadosamente a caminhonete de Aguiar. Após isso, eles partem para o local indicado. No caminho, Jae descobre que o dono do corpo que habita, além de um assassino, é um influenciador digital de maquiagem, moda e finanças, possuindo cerca de 200 mil seguidores no Instagram.

Após alguns minutos, o grupo chega ao bar apontado e percebe seu nome: "Suvaco Seco". Adentrando o lugar, eles notam vários caixotes empilhados, uma pilha de cadeiras de plástico, algumas máquinas de fliperama e um ambiente bastante vazio, a não ser por um homem bebendo sozinho e uma senhora de aproximadamente 60 anos de idade fumando atrás do balcão do estabelecimento.

Aguiar conta pro grupo que se lembrou de algo estranho. Ele se recorda de, como uma lembrança infantil, a Ordem ter falhado com ele anteriormente, se tratando de algo envolvendo o paranormal.

O grupo se aproxima do balcão e pede para a bartender algumas bebidas e ficam conversando um pouco enquanto esperam pela chegada do tal informante.

Pouco depois, Jeremias, o homem que Aguiar e Labirinto viram na delegacia, entra e sai do bar. Percebendo que se tratava do informante, o grupo decide segui-lo. No trajeto, Kemi nota, no estacionamento do bar, uma van com a inscrição "Chico Eletrônicos" em sua lateral, mas não dá tanta atenção para o veículo.

Jeremias os guia até um beco e explica para os agentes sobre os "Transtornados", um grupo de viciados no paranormal que ocupam lugares abandonados e lá enfraquecem a Membrana. Jae conecta essa informação ao pôster do show da banda PSIKOLERA no "The Monica Club" que Dalmo e Kemi haviam encontrado antes. Ela pesquisa e descobre que o clube é um local abandonado que havia sido construído pela Construtora Opspor e que o antigo vocalista da banda foi encontrado morto. Kemi lembra que o homem que ela matou possuía o pôster, levando o grupo a teorizar que ele era um Transtornado e decidir se infiltrar no show. Se despedindo de Jeremias, os cinco partem de volta para o ônibus.

No trajeto, os agentes discutem um pouco e Kemi explicita a maneira como eles estavam desorganizados, porpondo que Labirinto liderasse-os. O mesmo, não dando tanta atenção, começa a desenhar o símbolo de um de seus Rituais, o Ritual de Labirinto Mental. Ele armazena seu efeito no seu cajado-antena, deixando-o preparado caso necessário.

Depois de quase uma hora de viagem, eles estacionam no local que seria a boate e veem várias pessoas estranhas, sentindo um clima claramente hostil no ar. Eles descem do ônibus e entram num beco, enxergando várias pessoas fazendo fila até uma porta metálica, com um grande homem segurando um cutelo em uma das mãos e recolhendo ingressos de entrada.

Um vendedor de paçocas na fila, o mesmo que havia vendido para Dalmo mais cedo, se aproxima e oferece paçoquinhas e também uma aparente droga chamada "Rubra", indicando seu contato, "Estevan", que estaria vendendo lá dentro.

O grupo se aproxima do homem musculoso na entrada e, após algumas tentativas falhas de enganar o segurança, Kemi mostra a pistola de pregos do homem que matou; o segurança pergunta por "Carrara", e Kemi blefa, conseguindo acesso para o grupo.

Entrando na boate, eles se deparam com um ambiente extremamente violento. Há muitas pessoas dançando na pista e há algumas mais quietas ao canto. Mais à esquerda, tem um bar com uma bartender intimidadora. No lado oposto, se percebe muita gente tentando entrar num dos banheiros, se empurrando constantemente. O palco principal está vazio e, ao lado do palco, tem uma porta de "acesso restrito". Jae se aproxima e é questionada por um homem da boate perguntando se ela queria falar com o "Giovanni", dizendo que o segurança da porta foi no banheiro. Jae tenta arrombar a porta com um dos utensílios de seu estojo de maquiagem, mas falha. O grupo, com a nova informação, segue até o banheiro. Os banheiros masculino e feminino estão com filas enormes e principalmente o masculino está com muitas pessoas revoltadas. Aguiar dá um tiro pro alto para afastar as pessoas e Dalmo ajuda a intimidá-las, abrindo caminho até o banheiro masculino. Enquanto isso, Jae e Labirinto seguem para o bar e Kemi tenta falar com um homem cheio de pregos na cabeça e busto, que quer muito um pouco de Rubra. Dalmo arromba a porta do banheiro na força bruta e ele e Aguiar se deparam com um homem com uma barra atravessada na boca. Dalmo intimida ele a se desarmar e, em seguida, Aguiar puxa a barra metálica do corpo dele. Ele então diz que seu nome é Tarrafa, que engoliu a chave da área de acesso restrito e que estava tentando vomitar a chave. Ele diz que arrancou a própria goela e não conseguia vomitar normalmente, mas caso bebesse alguma bebida misturada com Rubra, conseguiria vomitar rapidamente. Aguiar, então, segue para o bar para ajudá-lo enquanto Dalmo continua na região dos banheiros com Tarrafa.

Enquanto isso, Jae e Labirinto atravessam a multidão e chegam no bar, encontrando-se com Dani, a bartender, a pessoa com a aparência mais normal do lugar. Jae pede uma bebida, uma Blood Mary, e a bartender diz para ela pagar e estender a mão. Após conversarem um pouco, Labirinto, fazendo gestos o tempo inteiro, pede o número da bartender pro Jae e Jae aceita pagar o preço. Ela estende a mão e, com uma faca de caça, a bartender apunhala sua mão, passando-lhe o número de telefone e o drink em seguida. Dalmo fala com Tarrafa e ele o reconhece como o "Colosso" e pergunta se ele está ali pelo "Tributo". Dalmo concorda e tenta seguir sem levantar suspeitas. Aguiar chega no bar e encontra Jae e Labirinto. Ele fala sobre o plano de conseguir Rubra e o grupo se lembra sobre Estevan, o contato do vendedor de paçoca. Jae, então, sobe no palco para chamar o traficante, mas acaba sendo vaiado pela plateia e resolve fazer um malabarismo com sua faca para impressioná-los. A multidão gosta muito e grita em aprovação. Estevan se identifica no meio do público e Jae desce para falar com ele. Ele pede pra ser apunhalado por Jae e ela pede Rubra em troca. Ele concorda com a proposta. Ele entrega a droga e Jae o apunhala. Em seguida, vai se reencontrar com o grupo. Enquanto isso, Dalmo continua conversando com Tarrafa e descobre que o Colosso havia derrotado Mosto, o segurança da entrada, numa briga e, nessa luta, tinha desfigurado o rosto dele completamente.

O grupo que havia se separado se reencontra no banheiro e eles entregam a bebida com Rubra pra Tarrafa, que vomita quase que imediatamente vários objetos diferentes, incluindo a chave que buscavam. Kemi pega a chave do chão e o grupo segue até a porta de acesso restrito. Kemi a destranca e eles entram, se deparando com um corredor que leva até uma outra porta com a mesma inscrição. Eles seguem e abrem a porta de uma sala que parece misturar um escritório e um depósito. Ao redor de vários equipamentos de som, caixas e ferramentas jogados por todos os cantos, há uma mesa de reunião. Do outro lado da mesa, um homem meio esguio parece esperar o grupo, este sendo Giovanni. Ele tem um sorriso sádico e vazio. Ao redor de sua cabeça, há uma gaiola metálica. Ele fala que estava esperando por eles e diz que vai explicar as coisas antes do "Tributo" deles começar. Ele explica sobre o Hexatombe, com os sacrifícios de seis pessoas a partir do dia seguinte. Ele explicita que os sacríficios já foram escolhidos e estavam só esperando, estigmados. Giovanni prossegue dizendo que, no último dia do ritual, no último sacrifício, só seis pessoas, incluindo o próprio sacrificado, podem estar presentes. O homem afirma que, de todos que vão participar do Hexatombe, apenas seis vão chegar até o final. Cada sacrifício vai ser protegido por um grupo de cinco pessoas, que vão tentar sobreviver até o final, formando um grupo de seis pessoas. Cada grupo vai sair na caça uns dos outros diariamente e, no dia final, somente uma equipe e um sacrifício vai restar perante a Lua de Sangue, aqueles que vão ter seu desejo realizado, aqueles que vão presenciar a Coroa de Espinhos, aqueles escolhidos pelo Hexatombe. Giovanni explica que eles, naturalmente, são inimigos, porque eles são de equipes diferentes, mas que tem informações de quatro das seis equipes que vão participar do ritual. Ele propõe um acordo, que a equipe dele não atacaria a equipe do grupo, e vice-versa. O grupo concorda com a proposta e pergunta algumas coisas. Enquanto isso, Labirinto tenta conjurar seu Ritual de Capturar Momento, mas é interrompido por Giovanni, que o indaga e Labirinto mimica em resposta. Estranhando aquilo, Giovanni questiona o porquê de Labirinto não estar falando e Labirinto responde, escrevendo, que estava com a garganta ruim.

Giovanni prossegue falando que inúmeros grupos ao redor do mundo inteiro estão fazendo seus Tributos, mas que nem todos iriam conseguir entrar, que somente os mais dignos seriam aceitos para participar do Hexatombe. Ele diz que o que eles prepararam seria suficiente. Alguns membros do grupo percebem um retrato de um garoto de, aproximadamente, quatorze anos de idade com um uniforme escolar, que, estranhamente, se parece muito com Agatha. Logo após, eles retornam pra área central e percebem que tudo está extremamente silencioso. As músicas pararam e as luzes diminuíram. O que antes era uma gritaria generalizada se transformou num silêncio de antecipação. A banda iria entrar a qualquer momento. Eles escutam sussurros e risadas da multidão e, finalmente, o grupo começa a escutar alguns instrumentos. As luzes ainda estão baixas, mas as silhuetas de algumas pessoas adentrando o palco já energizam a multidão, que forma um mosh pit no centro da boate. A bateria entra junto com o baixo e a guitarra, num crescente, a tensão aumenta mais. Todos estão armados, os olhos arregalados, as veias saltadas. Isso não é normal. O grupo sente um calafrio. Eles não vão presenciar uma performance. Isso não é um show. Vai acontecer um massacre.

Luzes vermelhas se acendem, revelando o palco, com o PSIKOLERA performando. Todos na balada começam a se atacar brutalmente. O grupo agora tenta sobreviver em meio ao mosh pit. Kemi e Jae matam vários agressores; Aguiar é gravemente ferido, mas Dalmo o protege, matando muitos atacantes; Labirinto usa o Ritual do seu cajado para criar um escudo humano. O grupo elimina quase todos, e o último é morto por um tiro vindo do palco.

É hora de acabar com esse show.

O pessoal da banda começa a comemorar. Os agentes batem palmas.

O evento que eles acabaram de experienciar traumatizaria até mesmo agentes experientes, mas alguma coisa sobre o que havia acabado de acontecer fez os agentes sentirem que o dever foi cumprido. O sangue das vítimas do massacre começa a escorrer em união. O grupo começa a enxergar o sangue de todos ao redor deles subir pra cima, flutuando, contra a gravidade, até o teto. Os corpos, que antes se arrastavam de dor e agonia, agora parecem ainda mais vermelhos, como se a carne deles estivesse lentamente sendo exposta e derretando. Seus membros e entranhas começam a se agarrar uns aos outros e se mesclar, formando um amállgama de carne. No teto, um grande símbolo circular começa a ser revelado com o vermelho do sangue, contendo seis círculos menores ao redor de uma cruz invertida com duas linhas horizontais. Dentro de cada círculo menor, uma marca irregular diferente, que lembram fendas ou cortes. Enquanto isso, os corpos embaixo já não são mais reconhecíveis. Todos eles se arrastam até um ponto específico logo embaixo do grande símbolo que está sendo desenhado no teto. O som é nojento e agonizante. São gritos e gemidos de dor, que parece uma vibração sonora constante.

E, finalmente, o símbolo termina de ser formado com o sangue. O grupo escuta um som ensurdecedor ecoando por todo o ambiente, reverberando para dentro deles. Um som tão poderoso que enfraquece suas pernas. A visão deles se distorce por um momento, como se o mundo fosse formado de pequenos rabiscos vermelhos violentos. Algo que poderia ser descrito como infinitas vozes gritando em sofrimento, acompanhadas da batida de um sino. E, com esse som, o amontoado de corpos se abre violentamente, formando um círculo no chão.

Mas, no centro, algo impossível aparece.

Em vez de conseguirem enxergar o chão que era para estar ali embaixo, o grupo vê uma enorme boca formada de dentes, uma biomassa vermelha asquerosa, com os corpos dos mortos sendo consumidos.

Eles conseguiram. Eles abriram o portal.

Imediatamente, o vocalista do PSIKOLERA salta do palco de costas rumo ao centro da aberração sanguinolenta no chão. Todos os membros, bocas e dentes que formam aquilo começam a rasgá-lo e desmembrá-lo, partindo ele em incontáveis pedaços. Os outros membros da banda, vendo o que acontece, se jogam no portal e têm o mesmo destino do vocalista.

Giovanni chega no lugar, atrás do grupo, e diz que um dos membros de seu grupo "deu pra trás", mas que eles encontraram um substituto. Da porta da boate, aparece Mosto, o homem com o saco na cabeça, carregando Cleo, a policial colega de Aguiar, que se debate e tenta, sem sucesso, lutar contra. Ela é arremessada no portal e, logo em seguida, Giovanni se joga, seguido por Mosto e Tarrafa. Após isso, Jae se joga, seguida por Kemi. Depois, o restante do grupo se joga também, todos sendo devorados pela bocarra sanguínea.

Após abrirem os olhos, eles se encontram num ambiente diferente, quente e árido. O chão, tomado de terra e areia batida, com tufos de mata branca e plantas secas, se espalhando até onde a vista alcança. O sol do amanhecer ilumina o rosto deles. Os cinco se encontram ao redor de um mesmo símbolo, um dos seis estigmas do sacríficio.

É um novo começo.

Evidências e informações[]

Artigo principal: Documentos
Evidência Descrição
Foto da "Lua de Sangue", apresentado por Agatha Volkomenn. Mencionando que na próxima seguinte haverá uma nova lua vermelha no dia 21 de janeiro de 2023, onde é realizado um ritual nomeado de "Hexatombe". por qual, é realizado seis sacríficios, sendo um por dia até a data final, com intuito de almejar um desejo junto a um objeto que remete a "Coroa de Espinhos".[2]
Sem Ilustração
Pesquisando sobre The Monica Club, foi revelado que trata-se de uma casa de festa underground que foi fechado para reforma em 2020 pela Construtora Opspor, posteriormente abandonado.[3]
Notícia sobre o antigo vocalista da banda PSIKOLERA, descrevendo sobre seu desaparecimento que ocorreu há mais de ano, descoberta de seu corpo do Parque São Gonçalo e a continuidade da turnê da banda.[4]
Porta Retrato de Gabriel Opspor. Localizado sobre a mesa de Giovanni Opspor, em seu escritório no The Monica Club.[5]
Símbolo do "Hexatombe" formado pelo sangue originado do massacre realizado no The Monica Club, com função de abrir um Portal.[6]


Elenco do episódio[]

Curiosidades[]

  • O título do episódio faz referência, tanto à música "PORTAL" da banda PSIKOLERA, que é tocada no episódio, quanto ao portal para o Hexatombe que é aberto no final após o massacre no The Monica Club.

Galeria[]

Referências[]

  1. 3h26m04s (assistir no YouTube)
  2. 7m00s (assistir no YouTube)
  3. 1h03m04s (assistir no YouTube)
  4. 1h08m40s (assistir no YouTube)
  5. 2h38m50s (assistir no YouTube)
  6. 3h13m50s (assistir no YouTube)
  7. Twitter. Tweet de Ordem Paranormal (1 de novembro de 2025)
  8. Twitter. Tweet de Gnomarc (1 de novembro de 2025)