O sangue podia até pagar bem, mas para Dalmo... a glória era viciante.
Mestre[1]
Não é isso que você queria? Aí sim, neném!
Colosso[2]
Dalmo Magno, também conhecido como Colosso, foi um assassino em série, um dos antagonistas do especial Natal Macabro e um dos protagonistas da série Ordem Paranormal, presente em Hexatombe.
Ele era um motorista de ônibus, que fez sua primeira aparição na 2ª parte de Natal Macabro, dirigindo o veículo que levava o grupo de protagonistas pelas estradas de Inquisidor do Vale. Enquanto Dalmo trocava um pneu estourado, ele some da cena.[3]
Mais tarde, ele retorna como o "Colosso", parte do culto de assassinos de que Jae-Yoon e o Mutilador Noturno participavam, ajudando a trazer pessoas até o Acampamento Lua da Benquerença. Dalmo aparece com seu traje de mergulhador para confrontar Jorge, Jorel e Breno enquanto esses lutavam contra Jae, mas é impedido ao ser atropelado por uma van da Ordem, sendo imobilizado.
Em Hexatombe, Dalmo foi um dos integrantes da equipe dos Mascarados, usando como base a Mansão Abandonada.
Aparência[]
Dalmo era um homem adulto de pele escura, com 1,85m de altura e porte físico robusto; seus cabelos possuíam dreads muito bem cuidados e ele também apresentava diversas cicatrizes por todo o corpo. Como vestimenta, ele utilizava uma camisa social escura enfiada por dentro de uma calça jeans um pouco rasgada e também possuía uma pulseira com um pingente de axolote preso a ela.
Após colocar seu traje de assassino, Dalmo vestia uma grande roupa de mergulhador antiga, usando um capacete, com diversos riscos e espinhos, que cobre sua cabeça e possuía um brilho que vem de dentro. Na parte superior da frente de seu capacete, existia um pequeno chaveiro de um axolote rosa, que sempre fica em sua visão. Seu torso ficava exposto, expondo suas diversas cicatrizes, com apenas alguns retalhos que saíam de seu capacete cobrindo parte de seus ombros. Dalmo também usava manoplas com espinhos feitas de metal, assim como suas grandes botas que também pareciam ser feitas do mesmo material. Sua calça era segurada por um enorme cinturão circular repleto de espinhos, com diversas outras tiras de cintos fazendo diversos formatos.
Personalidade[]
Natal Macabro[]
Dalmo se apresenta como um motorista de ônibus simpático, de forte presença. Durante suas viagens, conversa com os passageiros e interage com bastante simpatia. Porém, muito dessa simpatia pode ser visto como fachada para suas reais intenções, já que Dalmo se esconde como um assassino em série em busca de dinheiro.
Hexatombe[]
Quando Dalmo perde sua memória, não muito da sua personalidade muda. Ele continua se mostrando mais tranquilo e desligado, mas agora não como disfarce. Dalmo rapidamente se enturma com seus novos "colegas" em Hexatombe, menos preocupado com o mistério e problema em frente e lidando de forma tranquila sobre a situação. Sua preocupação maior parece ser sua família. Ao colocar sua máscara no segundo dia de Hexatombe, Dalmo voltou a ter sua personalidade sádica e arrogante da época que lutava nas arenas enquanto estava com a máscara.
Biografia[]
Hexatombe[]
Episódio 1: "Receptáculo"[]
Dalmo desperta em meio ao vermelho e sente o aroma doce de ervas de um umidificador. Está em um escritório luxuoso, em um prédio alto, cercado por objetos de valor, brinquedos infantis e um porta-retratos com sua família. Aos poucos, descobre ser Dalmo Magno, marido e pai de uma menina chamada Manu, que está em tratamento contra o câncer. Ao explorar o local, encontra um botão no computador com o nome masmorra, que acende uma luz vermelha oculta atrás de um quadro. Lá, descobre um quarto secreto iluminado por lâmpadas vermelhas, repleto de crânios, ossos e ganchos metálicos. Seu sangue reage de forma sobrenatural quando se fere acidentalmente, escorrendo por conta própria. Dalmo percebe que ele mesmo é o responsável por aquelas mortes, os crânios trazem marcas de pregos, como troféus pessoais.
Logo depois, sua esposa e filha chegam, e ele tenta agir normalmente, mas é evidente que não se lembra de quem realmente é ou de onde esteve. Assim que elas saem, recebe uma mensagem para buscar um cliente no Hotel Yoon e vai até lá. No local, encontra Jae. No instante em que se olham, ambos sofrem um espasmo simultâneo, o sangue pulsa, os músculos se contraem, e seus olhos se tornam vermelhos. Sentem o caixão e o chamado.
Dalmo segue com Jae e, juntos, decidem seguir o rastro do sangue que os guia até um galpão abandonado, onde encontram outros três indivíduos. Todos compartilham a mesma sensação de conexão física e mental. Dentro do galpão, Dalmo recupera suas manoplas e se junta ao grupo para investigar os cinco caixões dispostos sobre um símbolo ritualístico. Quando Labirinto abre um dos caixões com o próprio sangue, uma criatura de carne viva salta sobre ele. Dalmo reage instintivamente, arranca o monstro de cima de Labirinto e eles o enfrentam em combate. Após uma luta brutal, ele o rasga ao meio com as próprias mãos, encerrando a batalha.
O galpão volta ao silêncio, o cheiro de sangue se mistura à névoa. Duas pessoas entram pela porta principal. Uma delas é Agatha, que observa os caixões abertos e o sangue espalhado pelo chão. E dentre outras coisas revela que um deles havia acabado de morrer. O corpo que estava dentro do caixão aberto, o mesmo que Labirinto escolheu, seria o corpo de Dalmo?
Episódio 2: "Portal"[]
Agatha se aproxima do grupo, revelando que eles não são os assassinos, mas sim agentes da Ordo Realitas que passaram por um Ritual de troca de corpos. Os donos originais dos corpos planejavam um ritual para matar seis pessoas, mas foram capturados. Ela explica que a perda de memória é um efeito colateral normal e que um evento importante, o "Dia da Lua de Sangue", ocorrerá em 7 dias, com a data tendo se tornado um "potencializador paranormal" por todo o misticismo envolvendo a Lua de Sangue na história. Agatha introduz o "Hexatombe", um ritual que exigirá um sacrifício por dia a partir do dia seguinte e concederá um desejo aos seus "vencedores", e explica que o objetivo do grupo, como agentes da Ordem, é se infiltrar na vida dos assassinos para descobrir mais sobre ele e os sacrifícios, que são desconhecidos pela organização.
Agatha também confirma para o grupo que a mestra de Aguiar, Lucina, está morta, e direciona os cinco a um informante da Ordem em um bar na Rua Henrique L., 9287. Jae questiona sobre qual dos cinco havia morrido e Agatha afirma que eles preferem não saber da resposta.
Agatha indica que haviam mais coisas na caixa do galpão além das armas dos assassinos. O grupo se aproxima do caixote e pega as respectivas vestimentas e acessórios dos donos originais dos corpos. Antes de saírem do galpão, então, eles são advertidos por Agatha a não usarem os pertences por agora, por estarem impregnados com as "intenções macabras" dos assassinos.
Assim, o grupo sai do galpão. Aaron fecha a porta e entra na van da Ordem, saindo do local em seguida. Os agentes entram no ônibus de Dalmo e, ao sair da área do galpão, o motorista percebe Agatha dirigindo descuidadosamente a caminhonete de Aguiar. Após isso, eles partem para o local indicado.
Após alguns minutos, o grupo chega ao bar apontado e percebe seu nome: "Suvaco Seco". Adentrando o lugar, eles notam vários caixotes empilhados, uma pilha de cadeiras de plástico, algumas máquinas de fliperama e um ambiente bastante vazio, a não ser por um homem bebendo sozinho e uma senhora de aproximadamente 60 anos de idade fumando atrás do balcão do estabelecimento.
Aguiar conta pro grupo que se lembrou de algo estranho. Ele se recorda de, como uma lembrança infantil, a Ordem ter falhado com ele anteriormente, se tratando de algo envolvendo o paranormal. O grupo se aproxima do balcão e pede para a bartender algumas bebidas e ficam conversando um pouco enquanto esperam pela chegada do tal informante. Pouco depois, Jeremias, o homem que Aguiar e Labirinto viram na delegacia, entra e sai do bar. Percebendo que se tratava do informante, o grupo decide segui-lo.
Jeremias os guia até um beco e explica para os agentes sobre os "Transtornados", um grupo de viciados no paranormal que ocupam lugares abandonados e lá enfraquecem a Membrana. Jae conecta essa informação ao pôster do show da banda PSIKOLERA no "The Monica Club" que Dalmo e Kemi haviam encontrado antes. Ela pesquisa e descobre que o clube é um local abandonado que havia sido construído pela Construtora Opspor e que o antigo vocalista da banda foi encontrado morto. Kemi lembra que o homem que ela matou possuía o pôster, levando o grupo a teorizar que ele era um Transtornado e decidir se infiltrar no show. Se despedindo de Jeremias, os cinco partem de volta para o ônibus.
No trajeto, os agentes discutem um pouco e Kemi explicita a maneira como eles estavam desorganizados, porpondo que Labirinto liderasse-os. O mesmo, não dando tanta atenção, começa a desenhar o símbolo de um de seus Rituais, o Ritual de Labirinto Mental.
Depois de quase uma hora de viagem, eles estacionam no local que seria a boate e veem várias pessoas estranhas, sentindo um clima claramente hostil no ar. Eles descem do ônibus e entram num beco, enxergando várias pessoas fazendo fila até uma porta metálica, com um grande homem segurando um cutelo em uma das mãos e recolhendo ingressos de entrada.
Um vendedor de paçocas na fila, o mesmo que havia vendido para Dalmo mais cedo, se aproxima e oferece paçoquinhas e também uma aparente droga chamada "Rubra", indicando seu contato, "Estevan", que estaria vendendo lá dentro.
O grupo se aproxima do homem musculoso na entrada e, após algumas tentativas falhas de enganar o segurança, Kemi mostra a pistola de pregos do homem que matou; o segurança pergunta por "Carrara", e Kemi blefa, conseguindo acesso para o grupo.
Entrando na boate, eles se deparam com um ambiente extremamente violento. Há muitas pessoas dançando na pista e há algumas mais quietas ao canto. Mais à esquerda, tem um bar com uma bartender intimidadora. No lado oposto, se percebe muita gente tentando entrar num dos banheiros, se empurrando constantemente. O palco principal está vazio e, ao lado do palco, tem uma porta de "acesso restrito". Jae se aproxima e é questionada por um homem da boate perguntando se ela queria falar com o "Giovanni", dizendo que o segurança da porta foi no banheiro. Jae tenta arrombar a porta com um dos utensílios de seu estojo de maquiagem, mas falha. O grupo, com a nova informação, segue até o banheiro.
Os banheiros masculino e feminino estão com filas enormes e principalmente o masculino está com muitas pessoas revoltadas. Aguiar dá um tiro pro alto para afastar as pessoas e Dalmo ajuda a intimidá-las, abrindo caminho até o banheiro masculino. Dalmo arromba a porta do banheiro na força bruta e ele e Aguiar se deparam com um homem com uma barra atravessada na boca. Dalmo intimida ele a se desarmar e, em seguida, Aguiar puxa a barra metálica do corpo dele. Ele então diz que seu nome é Tarrafa, que engoliu a chave da área de acesso restrito e que estava tentando vomitar a chave. Ele diz que arrancou a própria goela e não conseguia vomitar normalmente, mas caso bebesse alguma bebida misturada com Rubra, conseguiria vomitar rapidamente. Aguiar, então, segue para o bar para ajudá-lo enquanto Dalmo continua na região dos banheiros com Tarrafa.
Dalmo fala com Tarrafa e ele o reconhece como o "Colosso" e pergunta se ele está ali pelo "Tributo". Dalmo concorda e tenta seguir sem levantar suspeitas. Aguiar chega no bar e encontra Jae e Labirinto. Ele fala sobre o plano de conseguir Rubra e o grupo se lembra sobre Estevan, o contato do vendedor de paçoca. Jae, então, sobe no palco para chamar o traficante, mas acaba sendo vaiado pela plateia e resolve fazer um malabarismo com sua faca para impressioná-los. A multidão gosta muito e grita em aprovação. Estevan se identifica no meio do público e Jae desce para falar com ele. Ele pede pra ser apunhalado por Jae e ela pede Rubra em troca. Ele concorda com a proposta. Ele entrega a droga e Jae o apunhala. Em seguida, vai se reencontrar com o grupo. Enquanto isso, Dalmo continua conversando com Tarrafa e descobre que o Colosso havia derrotado Mosto, o segurança da entrada, numa briga e, nessa luta, tinha desfigurado o rosto dele completamente.
O grupo que havia se separado se reencontra no banheiro e eles entregam a bebida com Rubra pra Tarrafa, que vomita quase que imediatamente vários objetos diferentes, incluindo a chave que buscavam. Kemi pega a chave do chão e o grupo segue até a porta de acesso restrito. Kemi a destranca e eles entram, se deparando com um corredor que leva até uma outra porta com a mesma inscrição. Eles seguem e abrem a porta de uma sala que parece misturar um escritório e um depósito. Ao redor de vários equipamentos de som, caixas e ferramentas jogados por todos os cantos, há uma mesa de reunião. Do outro lado da mesa, um homem meio esguio parece esperar o grupo, este sendo Giovanni. Ele tem um sorriso sádico e vazio. Ao redor de sua cabeça, há uma gaiola metálica.
Ele fala que estava esperando por eles e diz que vai explicar as coisas antes do "Tributo" deles começar. Ele explica sobre o Hexatombe, com os sacrifícios de seis pessoas a partir do dia seguinte. Ele explicita que os sacríficios já foram escolhidos e estavam só esperando, estigmados. Giovanni prossegue dizendo que, no último dia do ritual, no último sacrifício, só seis pessoas, incluindo o próprio sacrificado, podem estar presentes. O homem afirma que, de todos que vão participar do Hexatombe, apenas seis vão chegar até o final. Cada sacrifício vai ser protegido por um grupo de cinco pessoas, que vão tentar sobreviver até o final, formando um grupo de seis pessoas. Cada grupo vai sair na caça uns dos outros diariamente e, no dia final, somente uma equipe e um sacrifício vai restar perante a Lua de Sangue, aqueles que vão ter seu desejo realizado, aqueles que vão presenciar a Coroa de Espinhos, aqueles escolhidos pelo Hexatombe. Giovanni explica que eles, naturalmente, são inimigos, porque eles são de equipes diferentes, mas que tem informações de quatro das seis equipes que vão participar do ritual. Ele propõe um acordo, que a equipe dele não atacaria a equipe do grupo, e vice-versa. O grupo concorda com a proposta e pergunta algumas coisas.
Giovanni prossegue falando que inúmeros grupos ao redor do mundo inteiro estão fazendo seus Tributos, mas que nem todos iriam conseguir entrar, que somente os mais dignos seriam aceitos para participar do Hexatombe. Ele diz que o que eles prepararam seria suficiente. Alguns membros do grupo percebem um retrato de um garoto de, aproximadamente, quatorze anos de idade com um uniforme escolar, que, estranhamente, se parece muito com Agatha. Logo após, eles retornam pra área central e percebem que tudo está extremamente silencioso. As músicas pararam e as luzes diminuíram. O que antes era uma gritaria generalizada se transformou num silêncio de antecipação. A banda iria entrar a qualquer momento. Eles escutam sussurros e risadas da multidão e, finalmente, o grupo começa a escutar alguns instrumentos. As luzes ainda estão baixas, mas as silhuetas de algumas pessoas adentrando o palco já energizam a multidão, que forma um mosh pit no centro da boate. A bateria entra junto com o baixo e a guitarra, num crescente, a tensão aumenta mais. Todos estão armados, os olhos arregalados, as veias saltadas. Isso não é normal. O grupo sente um calafrio. Eles não vão presenciar uma performance. Isso não é um show. Vai acontecer um massacre.
Luzes vermelhas se acendem, revelando o palco, com o PSIKOLERA performando. Todos na balada começam a se atacar brutalmente. O grupo agora tenta sobreviver em meio ao mosh pit. Kemi e Jae matam vários agressores; Aguiar é gravemente ferido, mas Dalmo o protege, matando muitos atacantes; Labirinto usa o Ritual do seu cajado para criar um escudo humano. O grupo elimina quase todos, e o último é morto por um tiro vindo do palco.
É hora de acabar com esse show.
O pessoal da banda começa a comemorar. Os agentes batem palmas.
O evento que eles acabaram de experienciar traumatizaria até mesmo agentes experientes, mas alguma coisa sobre o que havia acabado de acontecer fez os agentes sentirem que o dever foi cumprido. O sangue das vítimas do massacre começa a escorrer em união. O grupo começa a enxergar o sangue de todos ao redor deles subir pra cima, flutuando, contra a gravidade, até o teto. Os corpos, que antes se arrastavam de dor e agonia, agora parecem ainda mais vermelhos, como se a carne deles estivesse lentamente sendo exposta e derretando. Seus membros e entranhas começam a se agarrar uns aos outros e se mesclar, formando um amállgama de carne. No teto, um grande símbolo circular começa a ser revelado com o vermelho do sangue, contendo seis círculos menores ao redor de uma cruz invertida com duas linhas horizontais. Dentro de cada círculo menor, uma marca irregular diferente, que lembram fendas ou cortes. Enquanto isso, os corpos embaixo já não são mais reconhecíveis. Todos eles se arrastam até um ponto específico logo embaixo do grande símbolo que está sendo desenhado no teto. O som é nojento e agonizante. São gritos e gemidos de dor, que parece uma vibração sonora constante.
E, finalmente, o símbolo termina de ser formado com o sangue. O grupo escuta um som ensurdecedor ecoando por todo o ambiente, reverberando para dentro deles. Um som tão poderoso que enfraquece suas pernas. A visão deles se distorce por um momento, como se o mundo fosse formado de pequenos rabiscos vermelhos violentos. Algo que poderia ser descrito como infinitas vozes gritando em sofrimento, acompanhadas da batida de um sino. E, com esse som, o amontoado de corpos se abre violentamente, formando um círculo no chão.
Mas, no centro, algo impossível aparece.
Em vez de conseguirem enxergar o chão que era para estar ali embaixo, o grupo vê uma enorme boca formada de dentes, uma biomassa vermelha asquerosa, com os corpos dos mortos sendo consumidos.
Eles conseguiram. Eles abriram o portal.
Imediatamente, o vocalista do PSIKOLERA salta do palco de costas rumo ao centro da aberração sanguinolenta no chão. Todos os membros, bocas e dentes que formam aquilo começam a rasgá-lo e desmembrá-lo, partindo ele em incontáveis pedaços. Os outros membros da banda, vendo o que acontece, se jogam no portal e têm o mesmo destino do vocalista.
Giovanni chega no lugar, atrás do grupo, e diz que um dos membros de seu grupo "deu pra trás", mas que eles encontraram um substituto. Da porta da boate, aparece Mosto, o homem com o saco na cabeça, carregando Cleo, a policial colega de Aguiar, que se debate e tenta, sem sucesso, lutar contra. Ela é arremessada no portal e, logo em seguida, Giovanni se joga, seguido por Mosto e Tarrafa. Após isso, Jae se joga, seguida por Kemi. Depois, o restante do grupo se joga também, todos sendo devorados pela bocarra sanguínea.
Após abrirem os olhos, eles se encontram num ambiente diferente, quente e árido. O chão, tomado de terra e areia batida, com tufos de mata branca e plantas secas, se espalhando até onde a vista alcança. O sol do amanhecer ilumina o rosto deles. Os cinco se encontram ao redor de um mesmo símbolo, um dos seis estigmas do sacríficio.
Episódio 3: "Um Novo Começo"[]
Os assassinos, após pularem no portal, despertam em um lugar deserto, marcado com um dos seis Estigmas do Sacrifício. Eles veem pegadas de sangue surgindo do estigma, formando um caminho para um lugar. O sol do amanhecer ilumina seus rostos. É um novo começo. O primeiro dia de Hexatombe.
Analisando seus corpos e percebendo que alguns deles estavam com suas roupas de assassino, o grupo também observa uma casa quase destruída, um conjunto de pedras e um antigo cemitério. Eles também discutem sobre seus objetivos como agentes da Ordem, como lutar por aqueles que não sabem da existência do paranormal, sobreviver por si mesmo e domar seus medos. Logo, eles escutam sons de passos de animais selvagens, percebendo que não há muito tempo para ficar conversando e que eles devem procurar algum lugar para se proteger. Mas primeiro, eles se aproximam do cemitério, percebendo um total de 28 lápides sem nome, mas com diversas datas, boa parte delas marcada com o ano de morte sendo 1966. Kemi, analisando o ambiente, imagina que o grupo, ao entrar no portal do Hexatombe, não foi teleportado para outra dimensão, e sim para uma área da caatinga do Nordeste. Após uma breve conversa sobre, o grupo começa a seguir as pegadas de sangue do estigma, indo em direção à casa próxima.
Ao chegarem na frente da casa, com o dia mais clareado, eles percebem as pegadas mudando de direção, com Kemi analisando e vendo que o sangue estava fresco, como se a pessoa que tivesse deixado as pegadas estivesse andando ainda por aí. Com Jae na retaguarda, Labirinto puxa vários arames farpados, traçando um labirinto, fazendo seus olhos ficarem vermelhos, derramando algumas gotas de sangue formando o símbolo de um ritual onde ele consegue perceber diversos seres em um raio de um quilômetro. Com o ritual feito, ele percebe diversos animais na área, mas nada perto de um animal silvestre. Mesmo assim, pressentindo qualquer perigo, o grupo entra no casarão, vendo diversos móveis arrastados e jogados, várias mensagens marcadas na parede, como "VOLTE", "PRECISAMOS DE VOCÊ", "SERAFIM VERMELHO, VOLTE", "REALIZE MAIS UM MILAGRE", diversos quadros e cartazes por toda parte do cômodo principal, além de uma iconografia completamente religiosa, com uma pessoa encapuzada replicando um símbolo com as mãos, o que Labirinto reconhece como a Marca do Sangue, que lembra ele que não é incomum ocultistas usarem a ignorância do paranormal para manipular pequenos vilarejos como se fossem deuses. Jae e Dalmo procuram algo na geladeira, tendo o azar de achar nada.
Ao virar para o outro lado, Jae percebe diversas escrituras na parede ao lado da porta, descobrindo a lista de regras do Hexatombe. Os dois do andar de baixo percebem a última regra sendo manchada no final e percebem que caso percam o sacrifício do grupo ou abandonem a Coroa de Espinhos, eles viram desertores. O grupo se reúne para ver as regras e além disso, também encontra diversas ferramentas e recursos, já tendo o pensamento de usar aquela casa como uma base. Eles também discutem sobre se dividir em procurar recursos, procurar o sacrifício do grupo e vigiar a base. Enquanto Kemi usa seu binóculo para vigiar os arredores e Jae marca o lugar com vários Xs, Aguiar sai para cheirar o sangue das pegadas, tentando sentir para onde foi a pessoa, mas sem muito sucesso.
Jae e Aguiar saem para seguir as pegadas, enquanto Dalmo, Kemi e Labirinto ficam para reformar a casa. Os três ficam conversando enquanto fazem as devidas reformas. Mas ao mesmo tempo, os três sentem a mesma coisa: de alguma forma, eles estão sendo observados. Ao tentar ver algo nos arredores, Kemi olha em uma das janelas e vê a silhueta de uma pessoa, que percebe que foi vista e foge. Os três se juntam e saem para procurar nos arredores, com Dalmo indo na frente. Mas o que ele encontra são pássaros voando para o longe e várias penas espalhadas no chão. Os três discutem um pouco sobre e voltam para terminar as reformas.
Eles terminam a reforma e começam a discutir sobre o que fazer depois, como caçar recursos. Labirinto sai um pouco e começa a sentir o vento uivando, percebendo algo se movendo de longe, mas se movendo de maneira completamente rápida. Ele ouve um tiro à distância, vendo uma silhueta no topo de um morro, segurando uma arma e uma lamparina vermelha acesa na cintura. A silhueta de antes, uma criatura enorme, vai em direção à silhueta da pessoa, e os dois somem na distância, enquanto Labirinto volta para contar o que viu para Dalmo e Kemi, um pouco assustado com o que tinha acabado de presenciar. Ele decide fazer novamente seu ritual de sangue para sentir os arredores, enquanto Kemi usa seus binóculos para observar o vilarejo.
Eles ouvem uma voz desconhecida falando sobre "matar ela", chamando a atenção dos três assassinos. Aguiar e Jae voltam à casa com Henri, o sacrifício do grupo, sendo recepcionados por Dalmo, que vai ao seu encontro.
A noite cai. O grupo se reúne e começa a arrumar camas para poderem dormir, enquanto analisam o corpo de Henri, com tatuagens no corpo, um dos olhos arrancados e o outro esbranquiçado, como se ele fosse cego, e uma das mãos faltantes; e enquanto discutem sobre o que Jae, Aguiar e Henri viram no vilarejo e o que Dalmo, Kemi e Labirinto viram nos arredores da casa. Henri também fala sobre o que foi conversado com Giovanni e tenta sugerir algumas ideias do que fazer durante o jogo. No meio de muita discussão, a barriga de todos começa a roncar. Eles precisam tomar água e comer algo, sentindo que se não fizerem isso, podem morrer.
E então, Jae, Aguiar e Henri percebem algo. Vindo do leste, uma enorme quantidade de pássaros passa voando, e de repente, o grupo toma um susto com o som estridente de um sino. Um sacrifício foi realizado. Algo cresce dentro deles. Um sentimento primal, uma fome mais racionalizada. Um instinto moldado em uma forma direcionada. Todos são preenchidos pela intenção do estigma da Coroa de Espinhos. Farta-te em um banquete superior à tua fome e sorva insaciável além da tua sede. Eles sentem a mesma coisa: comer e beber 3 vezes no mesmo dia pode recompensá-los. O grupo então discute sobre quem irá comer e beber com a quantidade que eles têm, tentando dar prioridade a Henri como o sacrifício do grupo. Com exceção de Aguiar, todos bebem, e com exceção de Labirinto, todos comem, assim como também Kemi tenta beber de seu próprio sangue.
Depois, Labirinto começa a desenhar um plano de formações da equipe, uma na forma de uma adaga, outra na forma de uma picareta e outra na forma de um olho de um labirinto, com Henri no centro de cada formação sendo protegido. Eles discutem sobre o que Henri tem para se proteger, com ele sentindo mais uma vez o estigma meio que sugando um pouco dele. Labirinto tenta analisar o estigma, sentindo algo paranormal muito poderoso, como se o estigma fosse um parasita que estivesse absorvendo algo de Henri.
E então, o grupo é interrompido por um grito ensurdecedor de longe. Kemi pega seu binóculo e seu rifle e ao mirar, enxerga uma pessoa, de cabelo crespo, com uma mochila, correndo e sangrando. Dalmo, Aguiar, Labirinto e Jae descem para encontrar a pessoa, enquanto Kemi, indecisa, puxa o gatilho e atira na pessoa, atingindo sua costela e a arremessando para o lado, ficando completamente imóvel. Os seis saem da casa e esperam Labirinto conjurar seu ritual antes de irem em direção ao corpo. Sentindo apenas o corpo imóvel vivo da pessoa e alguns animais, o grupo se divide, com Dalmo e Jae se deslocando até o corpo. Eles ouvem os gritos de Henri, pedindo para eles revistarem o jovem antes de matá-lo, depois pedindo para que o jovem fosse levado até o resto do grupo "para ele poder matar também". Eles escutam os grunhidos da pessoa, ainda resistindo a morte, e quando Jae pega a mochila dessa pessoa, ela desmaia. Jae revista a mochila e encontra diversos mapas, com um deles se destacando: um mapa de todo o local, com todas as bases de todas as equipes marcadas, com os desenhos de Aguiar, Giovanni, Caio da banda PSIKOLERA e mais algumas outras marcações. A pessoa se assusta e tenta se debater, sendo levada por Dalmo até a mansão e jogada no chão. Ela tenta se rastejar, mas é arrastada por Dalmo e Aguiar. Ele tampa seus ouvidos, assustado, enquanto o grupo tenta decidir o que fazer com ele. Henri se aproxima e pergunta o que aconteceu, descobrindo que a pessoa é o Pomba, e que sua família, os Pássaros, foram comidos pelos Vampiros.
Episódio 4: "Máscara"[]
Os assassinos levam o jovem até a sua base e Henri começa a fazer perguntas para ele, ao mesmo tempo que tenta acalmá-lo. Depois de muita discussão, ele conta sua perspectiva sobre o momento em que sua família foi atacada pelos Vampiros. Dalmo e Labirinto discutem sobre a Ordem, chamando a atenção de Henri. Ele questiona qual é a ligação dos assassinos com a organização e diz que conhece a ordem faz tempo, mencionando o nome Veríssimo. Essa menção faz Labirinto ter algumas memórias, perturbando-o. Achando que foi sua culpa, Dalmo pede desculpas por ter falado da Ordem. Posteriormente, ele e Aguiar impedem Jae de agredir Henri após exigir informações. Depois de uma longa discussão, o grupo se separa para dormir.
O segundo dia do Hexatombe chega. Dalmo desperta com um grito de "bom dia" de Kemi, encontrando Henri dormindo em cima dele. Pomba explica como sua equipe entrou no Hexatombe, fala um pouco sobre a área onde o evento está se passando, chamando-a de Coroa de Espinhos, e fala um pouco sobre a localização de cada equipe. A equipe decide se dividir, com Kemi e Dalmo indo até o ferro-velho, passando pelo mercado central.
Os dois começam a caminhar pela mata, com Dalmo tropeçando e caindo em um buraco. Eles chegam a uma cidade abandonada e encontram recursos, posteriormente achando a base dos Transtornados. Enquanto eles discutem o que fariam com o desejo concedido pela Coroa de Espinhos, eles são recepcionados por Giovanni, que os convida para entrar. Ele sugere não deixar Dalmo entrar, mas não adianta, pois o assassino é visto por Mosto, que se descontrola por reconhecer Dalmo como aquele que o derrotou e o desfigurou durante uma luta, porém termina obedecendo a ordem de Giovanni de ficar quieto. A dupla entra na base e conhece Nando, o sacrifício dos Transtornados, alguém que Giovanni esperava não aparecer e ficasse escondido. Nando provoca a dupla e revela informações que o líder dos Transtornados queria que não fossem reveladas. Os assassinos trocam seus recursos com Giovanni em troca de informações sobre os Couraças e a PSIKOLERA, recebendo também informações sobre os Vampiros como "amostra grátis". Dalmo e Kemi se despedem dos Transtornados e decidem ir até o circo para se encontrar com a banda.
Após uma grande caminhada no deserto, eles chegam em um grande toldo, com o circo no horizonte. Eles veem o letreiro colorido do circo pichado com o logotipo do PSIKOLERA, e dentro, eles veem os membros do grupo andando, que são atraídos quando Kemi grita por Cindy. Franco, sem a máscara, os recepciona e chama Eloy para conversar junto, falando sobre como eles são bem diferentes do que aparentavam. Em troca de algumas informações, Eloy sugere que os dois joguem alguns dos jogos espalhados pela área do circo. Kemi vai muito bem no jogo dos dardos e Dalmo destrói o medidor de força. Como parte do terceiro jogo, Kemi entra em uma tenda, encontrando Alê, que vai ler a mão da assassina. A leitura de mão faz com que ela se lembre de memórias traumáticas, começando a gritar por sua filha. Dalmo consola a assassina. Eloy leva a dupla até a tenda principal, onde eles conhecem Caíto Rocha, o sacrifício da PSIKOLERA. A dupla pega brindes da banda e os avisa para tomar cuidado com os Vampiros. Eles se despedem e vão embora.
Um tempo depois, eles chegam à mansão, se encontrando com Labirinto, Jae e Pomba. A dupla explica aos colegas de equipe tudo o que aconteceu com eles, recebendo informações sobre o plano dos colegas de auxiliar um homem que os visitou na caça de uma criatura. O tempo vai se passando e Aguiar e Henri ainda não voltaram do acampamento dos Pássaros.
Os dois chegam na mansão, com os outros cinco percebendo Aguiar banhado em sangue e inferindo que ele tenha usado a máscara. Eles falam sobre o que aconteceu, descobrindo que os dois lutaram com um vampiro e conheceram os Couraças. Jae usa seu binóculo para olhar as colinas, vendo um lampião aceso, mas acima de tudo, uma enorme silhueta vindo na direção da mansão: Mosto, com ódio, que grita por Dalmo. E então, os céus ficam vermelhos, com um enorme sino badalando. Chegou a hora do acerto de contas de Mosto e Dalmo.
Episódio 5: "Encontro"[]
Dalmo desce para se encontrar com Mosto, o encarando. O grito do Transtornado transmite uma intenção estarrecedora para todos, e Dalmo sente como se sua visão estivesse ficando turva, um pico de adrenalina enquanto os dois se encaram. O céu fica completamente vermelho, com o Sino da Coroa de Espinhos à distância ecoando. Quando Mosto grita sobre obter a sua vingança, Dalmo sente uma sensação estranha. Pois habitar um corpo que não lhe pertence traz consequências. Dalmo se encontra na imensidão do fluxo do Outro Lado. Ele é só alguém. Mas as vozes não param de sussurrar verdades. O cheiro de sangue e adrenalina enche Dalmo. O clamor, a glória que faz ele se sentir vivo. Na frente dele, Dalmo segura a cabeça de mais um inseto que achou que sobreviveria contra ele, talvez por estupidez ou por desespero. Talvez era a única chance dele consertar o que havia errado, mas para Dalmo, não importa. Apenas seus motivos importam, pois ele precisa salvar ela. Ele começa a esmagar o crânio, com o grito da plateia sendo ensurdecedor, o dinheiro das apostas sendo entregue, e o corpo ficando estirado no chão. Mas então, ele olha para baixo e vê quem era realmente a pessoa: o corpo do seu próprio pai, com uma faca do lado.
Giovanni e Nando, os outros Transtornados, chegam na luta. O líder dos Transtornados tenta dar ordens para o grandalhão recuar, mas Mosto não recua. Dalmo tenta distrair e fugir, seguindo a ideia do Labirinto de atrair o inimigo até o lugar onde Cristino esperava, mas é provocado por Nando, que o chama de covarde. Dalmo volta. Ele coloca o capacete. Sua visão fica em um tom mais vibrante de vermelho, junto do chaveirinho do Axolote, lembrando do seu motivo. Os seus músculos ficam cada vez maiores, a adrenalina pulsa em seu corpo e apenas um pensamento passa por sua mente: que Deus tenha piedade do seu inimigo, pois ele não vai ter.
Kemi, Henri e Aguiar tentam dar sugestões de como agir, mas o Colosso pede para eles não interferirem, pois ele quer brincar um pouco. Ele ataca, tentando agarrar Mosto, levando dois golpes em seguida. Depois de uma troca de golpes intensos, Dalmo arranca a sacola da cabeça do inimigo, vendo um rosto completamente desfigurado, com um olho faltando, arames farpados entrando no furo do olho, como se a cirurgia tivesse sido feita às pressas, demonstrando uma expressão de tristeza e ódio, enquanto Mosto grita que o Colosso fez isso com ele. Os dois decidem ir para uma trocação justa, com um atacando o outro até que um morra. Os golpes são brutais e Mosto atravessa o visor do capacete do alvo durante os golpes, acertando o assassino no rosto. Em um ataque de fúria, o Colosso derruba o inimigo no chão, pisoteando e esmagando a sua cabeça. O sino toca mais uma vez, com a resolução do confronto finalmente surgindo. A sua visão fica borrada com o tanto de sangue misturado, mas volta sua atenção a Giovanni, que começa a derreter e se transforma em um amontoado de carne.
O grupo inteiro se reúne. Dalmo, sem a máscara e agora extremamente ferido, para para se alimentar junto de seus companheiros. Eles discutem sobre Jae e Labirinto ainda não terem voltado desde que saíram durante a briga de arena. Apesar de preocupados, eles estão muito cansados e concluem que os seus companheiros são fortes o suficiente para sobreviverem sozinhos.
Habilidades[]
Golpes de Arena: Quando acerta um ataque corpo a corpo, o usuário pode gastar 3 PD para fazer um ataque desarmado adicional ou uma manobra.
Pressão Atmosférica: Se acertar o ataque, o usuário pode gastar 3 PD para causar +1d10 de dano de Energia e deixar o alvo atordoado por uma rodada.
Arsenal[]
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Um par de manoplas amaldiçoadas com Energia, que faz com que cada soco seja acompanhado por uma pressão atmosférica demolidora. |
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Curiosidades[]
- A empresa transportadora dona do ônibus que Dalmo dirigia, Trans Mueller, é uma homenagem a um dos artistas de mapas originais de Ordem Paranormal, Henrique Mueller. O QR Code na lateral do ônibus leva a um vídeo compartilhado como piada interna na equipe.
- Dalmo preferia escrever suas mensagens no Whatsapp em Caps Lock.
- Durante a escolha de personagem em Hexatombe, Dalmo, junto de Aguiar, foi classificado como um personagem de dificuldade "fácil".[4]
- Dalmo tinha o hábito de atribuir nomes aleatórios a coisas, pois esse gesto o ajudava a perder o medo que sentia em relação a elas.[5]
- Dalmo é o personagem com mais mortes efetuadas em apenas uma luta (e consequentemente, em um episódio) tendo assasinado cerca de 15 transtornados em apenas uma rodada no moshpit do Psikolera.
- A pessoa dentro do corpo de Dalmo se chama Tuco Belez.
Galeria[]
Aparições[]
| Episódios | Aparições |
|---|---|
| Natal Macabro - Episódio 2 - "Parte 2" | Primeira aparição |
| Natal Macabro - Episódio 3 - "Parte 3" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 1 - "Receptáculo" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 2 - "Portal" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 3 - "Um Novo Começo" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 4 - "Máscara" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 5 - "Encontro" | Presente |
| Hexatombe - Episódio 6 - "Decisão" | Presente |
Referências[]
- ↑ Hexatombe - Episódio 1 (assistir no YouTube em 05m33s)
- ↑ Hexatombe - Episódio 5 (assistir no YouTube em 29m10s)
- ↑ Sua primeira aparição em Natal Macabro - Episódio 2 (assistir no YouTube em 5m02s)
- ↑ Twitch. Clipe "Dificuldade dos Assassinos" de cereaw. Capturado em 26 de outubro de 2025.
- ↑ Hexatombe - Episódio 3 (assistir no YouTube em 1h29m16s)














































